A casa e a família são acolhimento

A casa para cada qual ou a família é, sempre, o acolhimento e recarregador de energias para a vida, que não pára e na busca incessante, mais difícil, pelo pão de cada dia.

Assim, quem não foi atingido pela destruição avassaladora das tempestades, que assolaram o Centro do País, é inimaginável a dor, e a angústia pela perda patrimonial, que os(as) nossos(as) concidadãos(ãs), sentiram pela trágica devastação. Após a tenebrosa catástrofe que se abateu naquela zona - houve um corrupio de ministros e responsáveis políticos a correrem para os locais atingidos deixando promessas de reparação. Mais de três meses volvidos há famílias sem apoio, casas sem telhado sem internet sem televisão, onde gente antiga, se já isolada, mais isolada ficou/está.

Este desgoverno foi a correr num instante ao local para a fotografia, para surgir na pantalha a prometer ‘mundos e fundos’, apenas servindo propósitos de propaganda política. A palavra dada, para tantos(as), não foi honrada! A extrema dor dos(as) compatriotas não pode nem deve continuar ao abandono.

O presidente da República salientou, e bem, que: ‘a governação da crise revelou insuficiências de coordenação, clareza e interoperabilidade’.

É preciso dizer basta, cumpram-se as promessas, já!

Vítor Colaço Santos