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Madeira

Socicorreia prevê construir 300 fogos por ano na RAM

Grupo tem 400 em projecto e 500 em construção no total da operação

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No painel II – ‘A Casa e o bolso dos madeirenses’, Sérgio Nunes revelou que, em todo o universo do Grupo Socicorreia – na Madeira e fora da Região –, a empresa tem actualmente 400 fogos em projecto e 500 em construção.

Na Região Autónoma da Madeira, está prevista a construção de 300 fogos por ano, reforçando a presença do grupo no mercado regional. “Como promotores temos de estar do lado da solução. O diagnóstico está feito”, afirmou, acrescentando que “na Madeira há promotores e construtores empenhados na resolução desta situação”.

Embora vocacionado para o segmento médio/alto, o grupo está também a dar contributo na construção a preços controlados, com 150 fogos em desenvolvimento na Região e projectos para mais 150 fogos de construção acessível, procurando responder à crescente pressão habitacional.

No que respeita ao PDM do Funchal, foi salientado que a capacidade de construção prevista no actual plano está a aproximar-se do limite, tornando-se essencial avançar com revisões. “É importante que essas revisões ocorram”, foi defendido, numa referência à necessidade de actualizar os instrumentos de ordenamento para permitir resposta às necessidades habitacionais.

Foi ainda sublinhado que a habitação a custos controlados pode ser vantajosa, sobretudo quando construída em altura. “Se for construída na vertical é mais eficiente; caso contrário, acaba por ficar cara”, foi referido, apontando para a importância da densificação urbana como forma de optimizar custos e solo disponível.

O segundo e último painel conta ainda com a intervenção de Paulo Pereira, presidente da Delegação Regional da Madeira da Ordem dos Economistas, que analisa as medidas fiscais e o espaço de manobra da Região; de Francisca Perry Vidal, directora da CGD no Funchal, que aborda o crédito à habitação na RAM; e de Margarida Gonçalves Santos, representante da Região Madeira no Grupo de Jovens Engenheiros da Ordem dos Engenheiros, que partilha, na primeira pessoa, as dificuldades sentidas por uma jovem madeirense na procura de casa.