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Hamas "a pagar um preço enorme" pelos ataques contra Israel

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Foto Shutterstock/Arquivo

O Presidente norte-americano, Donald Trump, expressou hoje condolências ao primeiro-ministro de Israel, Benjamin Netanyahu, no terceiro aniversário dos ataques das milícias palestinianas lideradas pelo Hamas, assegurando que estas estão "a pagar um preço enorme pelo que fizeram".

Num encontro com a imprensa na Casa Branca, Trump revelou ter falado com Netanyahu a propósito do aniversário dos ataques de 07 de outubro de 2023, que fizeram mais de 1.200 mortos em território israelita e desencadearam a ofensiva militar na Faixa de Gaza.

Trump recordou o "dia horrível, a tragédia horrível" de há três anos e afirmou que "o outro lado" --- o Hamas e outras milícias palestinianas --- "está a pagar um preço enorme pelo que fez".

O Presidente norte-americano, Donald Trump, é um aliado próximo do primeiro-ministro de Israel, Benjamin Netanyahu, e ambos os países iniciaram uma guerra contra o Irão que dura há mais de sete meses.

Trump criou um Conselho de Paz para resolver os conflitos, começando pelo da Faixa de Gaza, onde o organismo está a trabalhar para aplicar um plano que inclui o desarmamento gradual do Hamas, a retirada das tropas israelitas, o envio de uma força internacional de estabilização e a reconstrução do enclave palestiniano.

Também hoje, nas redes sociais, o vice-presidente norte-americano, JD Vance, recordou "um dos piores atentados terroristas islâmicos" em décadas --- e prestou homenagem às vítimas.

O secretário de Estado norte-americano, Marco Rubio, prometeu hoje que os Estados Unidos (EUA) não esquecerão "o ato de barbárie" de 07 de outubro de 2023 contra "um aliado", Israel, reiterando o compromisso com "a defesa da civilização".

Numa mensagem publicada na rede social X, Rubio recordou que hoje "se completam três anos desde que terroristas do Hamas torturaram, mutilaram e assassinaram 1.200 civis inocentes em Israel", entre os quais havia "homens, mulheres e crianças, incluindo dezenas de norte-americanos".

"Nunca esqueceremos este ato de barbárie contra um aliado e reafirmamos o nosso compromisso com a defesa da civilização", escreveu o chefe da diplomacia norte-americana, durante uma visita oficial à Grécia e que na quinta-feira estará em Portugal.

Os ataques perpetrados pelo Hamas e por outras milícias aliadas em território israelita há três anos fizeram cerca de 1.200 mortos e 251 reféns.

A subsequente guerra israelita na Faixa de Gaza matou, até à data, mais de 74.200 palestinianos, segundo os dados mais recentes do Ministério da Saúde controlado pelo Hamas, que não distingue entre vítimas civis e combatentes do movimento.