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Madeira

Vereador do Chega exige resultados à CMF e explicações sobre aumento da taxa turística

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O recém-reintegrado vereador no Chega (na Câmara Municipal do Funchal), Luís Filipe Santos, emitiu esta quinta-feira um comunicado onde afirmar ter confrontado o executivo municipal com vários problemas que marcam a actualidade da cidade, dos incêndios e da segurança rodoviária à higiene urbana, mobilidade e habitação.

Na reunião de Câmara desta quinta-feira, o autarca diz ter questionado quantos edifícios devolutos ou degradados existem no concelho, quantos foram fiscalizados no último ano e se os bombeiros conseguem chegar em tempo útil a todas as zonas da cidade, depois dos recentes incêndios no centro do Funchal.

Lembrou ainda que, entre 18 e 24 de Setembro, o Funchal registou 37 acidentes rodoviários, o número mais elevado entre os concelhos da Região nesse período, e pediu números concretos sobre o reforço da limpeza urbana anunciado pela Câmara. Na habitação, voltou a destacar as milhares de candidaturas à habitação municipal e o elevado preço das rendas.

Quanto à proposta de aumento da Taxa Municipal Turística, de 2 para 4 euros por dormida, o vereador exige que a Câmara esclareça onde vai aplicar a receita adicional.

“Se a Câmara quer cobrar mais a quem visita o Funchal, então tem também a obrigação de explicar onde vai gastar esse dinheiro. Não podemos aumentar taxas e, ao mesmo tempo, continuar a ouvir falar de lixo, problemas de mobilidade, edifícios degradados e falta de respostas”, refere.

Luís Filipe Santos termina com um aviso à CMF: “Menos anúncios. Mais fiscalização. Mais prevenção. Mais execução. E mais resultados na rua. Governar uma cidade não é aparecer depois para explicar o problema. É trabalhar antes para tentar evitá-lo”.