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Google lança modelo de IA para detevção autónoma de vulnerabilidade de segurança

Foto DR/Google
Foto DR/Google

A Google anunciou na quarta-feira o seu modelo de inteligência artificial (IA) - Gemini 4 Argon -, desenhado para resolver fluxos de trabalho complexos e com protagonismo na ciberdefesa e deteção autónoma de vulnerabilidade de segurança.

O anúncio ocorre em momento de crescente preocupação com o rápido avanço da IA. Na terça-feira, o conselheiro-delegado da Google, Sundar Pichai, assinou com Donald Trump e outros líderes do setor, o Acordo da Casa Branca sobre superinteligência, um compromisso voluntário impulsionado pela Casa Branca para realizar auditorias e controlos internos em áreas críticas como a cibersegurança e as ameaças biológicas.

Além de corrigir falhas, a empresa destacou que o sistema pode localizar, validar e reparar vulnerabilidades de maneira autónoma em mais de 20 linguagens de programação e analisar sistemas web em funcionamento sem acesso ao seu código-fonte.

Este verão soaram os alarmes éticos e de segurança depois de um investigador da Anthropic se demitir por dúvidas sobre o desenvolvimento responsável do setor, enquanto modelos da OpenAI protagonizaram acessos não autorizados a vários sistemas de recolha de informação.

O clima d cautela derivou também de a OpenAI ter decidido descartar o seu modelo GPT-6.1 Astra devido a preocupações de cibersegurança, realçando a urgência de blindar os novos sistemas antes da sua massiva disponibilização.