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Madeira

Roubos afastavam taxistas do turno nocturno há uma década

Faça uma viagem pela edição de 7 de Janeiro de 2016

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A manchete do DIÁRIO de 7 de Janeiro de 2016 dava conta que os motoristas de táxi da Madeira mostravam-se preocupados com o crescente clima de insegurança, especialmente durante a noite. 

A notícia mencionava dois assaltos ocorridos durante a madrugada, um em Câmara de Lobos e outro na Choupana, sendo que este último resultou no esfaqueamento de um profissional. Estas situações levaram mesmo alguns taxistas a evitar o trabalho nocturno.

Ao DIÁRIO, o presidente da Associação dos Industriais de Táxi da Região Autónoma da Madeira (AITRAM), António Loreto, confirmava esta realidade. A introdução de sistema de segurança nos táxis, no seu entender, seria uma hipótese, contudo o seu custo era avultado. 

Para o presidente da AITRAM o ideal seria equipar as viaturas com sistema GPS, que estariam ligadas às entidades policiais e de socorro. 

Recorde a notícia

O turismo no Porto Santo foi também notícia nesta edição. Em 2015 tinha registado o melhor Verão de sempre, com crescimento a vários níveis face ao ano anterior. Entre Maio e Setembro de 2015, foram registados 61.671 hóspedes na hotelaria porto-santense, mais 15% do que em igual período de 2014, os quais originaram 309.565 dormidas, indicador que também cresceu em 9%.

Continuando a viagem por esta edição, desta feita na secção dos 'Casos do dia', uma mãe e um filhos morreram envenenados na Ponta do Sol. 

Às 2h15 da madrugada, Maria Violante e o seu filho, Vítor de 11 anos, foram encontrados mortos, na mesma cama, supostamente algum tempo depois de terem ingerido uma substância tóxica, que as autoridades ainda não tinham confirmado. 

A suspeita da tragédia recaiu sobre a progenitora, de 55 anos. A notícia revela que a mulher era doente oncológica em fase avançada de tratamento e que terá cometido o crime e logo de imediato o suicídio. 

O filho terá informado um colega que não iria ao treino de futebol porque a mãe tinha algo para lhe oferecer. 

A mulher deixou uma carta a dar conta dos motivos que a terão motivado a matar o filho e a se suicidar. Justificou o acto desesperado por três razões: estar desempregada, tinha uma doença cancerígena e não conseguia ultrapassar o suicídio do companheiro.