Chega quer reduzir o preço da garrafa de gás
O projecto de lei que prevê a redução da taxa de IVA aplicável às garrafas de gás butano e propano será levado a votação, esta sexta-feira, na Assembleia da República. O projecto partiu do Chega, que considera urgente e essencial para aliviar o custo de vida das famílias portuguesas, sobretudo das que vivem em zonas sem acesso à rede de gás natural.
Segundo o Chega, através de comunicado, "o gás de garrafa é um bem essencial, indispensável ao quotidiano de milhões de portugueses para cozinhar, aquecer água e aquecer as habitações, sendo que milhões de famílias dependem exclusivamente desta fonte de energia por inexistência de alternativa". "Apesar disso, estas famílias continuam sujeitas a uma taxa de IVA de 23%, o que o partido considera uma injustiça fiscal gritante", aponta.
Francisco Gomes, deputado eleito pelo Chega Madeira, afirma que a proposta visa corrigir desigualdades territoriais e sociais, reduzindo o IVA para a taxa mínima e combatendo uma realidade em que a botija de gás em Portugal custa, em muitos casos, o dobro do que em países vizinhos, penalizando sobretudo idosos, famílias numerosas e populações do interior.
"O Chega está atento ao que pesa no bolso dos portugueses e trabalha todos os dias para pôr os portugueses no centro das decisões políticas. A botija de gás não é um luxo, mas uma necessidade básica e temos que baixar o seu preço", assume.
O parlamentar acrescenta que, enquanto certos partidos gostam de “se armar em defensores do povo", "é o Chega que leva propostas concretas a votação para baixar preços e aliviar a carga fiscal sobre bens essenciais".
"Há partidos que falam muito, mas quando é preciso baixar o preço da botija de gás ficam na conversa mole e sonsa", atira o parlamentar.