Assuntos diversos
No DN de 21 de dezembro de 2025, página 27, com a foto com o sob título: “Será normal o Estado recusar apoios a quem tem dívidas fiscais e à Segurança Social?”; estando na coluna do meio: “Quem tem dívidas com o Estado não pode ter benefícios. A própria Câmara Municipal de Santa Cruz pede aos estudantes universitários a declaração de não dívida ás finanças e Segurança Social”; estando nas primeiras oito linhas, o seguinte: “A proposta do Governo da República para a nova plataforma de reembolsos de subsídio de mobilidade aérea para residentes na Madeira e Açores faz depender a atribuição deste apoio público da ausência de dívidas à Autoridade Tributária e à Segurança Social “.
Estou em plena concordância, que todo o cidadão contribuinte, deve pagar as suas contribuições fiscais, e os valores monetários à Segurança Social, que foram deduzidos nos ordenados; salários ou vencimentos dos seus funcionários, ou aos seus operários/as.
Todavia, para que os cidadãos sejam cumpridores, para os pagamentos ao Estado, e à Segurança Social; estas identidades, devem cumprir os seus pagamentos aos Comerciantes e aos Industriais, visto essas identidades não terem cumpridos o seu dever, dos pagamentos das facturas, no seu devido tempo.
Eu, José Fagundes, fui uma das vítimas do Governo da República, quando o Sr. Dr. Cavaco Silva era o presidente, e, também, pelo Governo Regional, quando era o Dr. Alberto João Jardim, visto estas entidades não terem cumprido o seu dever de pagarem, em devido tempo, aos seus credores, causando muitas firmas à insolvência.
Nas cartas do leitor, do mesmo DN, página 29; o Sr. Sérgio Carvalho, escreve: “Trabalho, dignidade e responsabilidade social”: uma leitura cristã do “pacote laboral”.
A doutrina social da Igreja Católica Romana, é muito clara no apelo à distribuição, de uma percentagem dos lucros das empresas, aos seus trabalhadores, visto ser o pessoal Administrativo e os seus Trabalhadores, os promotores dos lucros das suas empresas; portanto, uma percentagem os lucros devem ser distribuídos pelos seus trabalhadores.
O Político Dr. Sá Carneiro, deixou-nos o seguinte conselho: “A política sem risco é uma chatice, mas sem ética é uma vergonha”.
No DN de 24 de dezembro, páginas 6 e 7, com o título: “Bondade que não se ensina”; estando em destaque: “Ajudar exige coragem, porque implica escolher o outro. A bondade, essa, não se aprende: sente-se, nasce de dentro e manifesta-se nos gestos mais “simples”; estando nas últimas 10 linhas, da página 7, o seguinte: “É fácil estar com as pessoas quando tudo está bem, difícil, muitas vezes, é manter-se ao lado quando elas mais precisam. Perguntaram-me o que eu ganho com isto: eu não ganho nada. Por que razão temos de receber algo em troca para ajudar? O que recebi em troca foi a alegria dos outros - e isto chegou-me, “ternura”. Um sonho para crescer e ganhar asas por Cláudia Silva e texto da jornalista Andreia Correia”.
Um princípio fundamental, para que uma pessoa se sinta feliz, é estar em paz de espírito, e ser solidário/a com os seres viventes, independentemente do seu estatuto social: rico; pobre; miserável ou magnata. Porque há situações, que o ser humano tem necessidade de ajuda de outras pessoas.
No DN de 25 de dezembro, página 5, com o título: “Menos ilusão, mais clareza”; estando a foto do Sr. Economista, Dr. Paulo Pereira, e a Sra. Ex-presidente da Câmara Municipal do Funchal, Dra. Cristina Pedra”; estando em destaque, entre as duas fotos, o seguinte:
“Paulo Pereira sublinha que a margem manobra Fiscal da Madeira, ao abrigo da lei das Finanças Locais, está praticamente esgotada”.
O Sr. Economista, Dr. Paulo Pereira, faz uma chamada de atenção do imposto IVA, pelo facto de todos os madeirenses estarem a pagarem 30% a mais no Imposto de Valor Acrescentado; isto é: se um artigo custar 100€ ao comerciante, o consumidor final podará pagar, 160€ ou mais, conforme o comerciante pôr a percentagem do seu lucro.
Nas últimas 12 linhas da última coluna do texto, está escrito: “Para Cristina Pedra, explicar a um investidor que a taxa é de 14%, mas que o imposto final pago é muito superior, é receita certa para gerar desconfiança e afastar investimento. Mais do que baixar taxas, conclui, é essencial que o Estado seja honesto, sério e transparente, eliminando subterfúgios legais e assumindo uma taxa nominal que corresponda, de facto, à taxa real”.
Actualmente, muitos madeirenses quando vão Portugal Continental, fazem muitas compras, porque são mais baratas que na nossa Ilha da Madeira, visto o disparate, do valor do IVA ser mais elevado.
José Fagundes