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Comunidades Madeira

Paulo Neves apela à libertação de presos políticos lusodescendentes

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“Aquilo que verdadeiramente nos preocupa é a segurança e o bem-estar da nossa comunidade na Venezuela e, aliás, conforme já transmitimos à Embaixada da Venezuela em Portugal, as nossas prioridades são essas, a segurança dos madeirenses e a segurança dos seus bens” afirmou, esta tarde, o deputado Paulo Neves, lembrando que os deputados eleitos pelo PSD-Madeira à Assembleia da República têm acompanhado os recentes desenvolvimentos ocorridos naquele país, ainda com maior proximidade, quer através da Embaixada e dos contactos directos estabelecidos com a comunidade ali residente, quer com o Governo Regional e com o Governo da República, através do Ministério dos Negócios Estrangeiros.

Paulo Neves que, antecipando a audição que amanhã terá lugar, na Assembleia da República, junto do Ministro dos Negócios Estrangeiros, avançou que voltará a colocar e a insistir na necessidade de serem retomados os voos com Caracas, com escala na Madeira. “Sabemos que esta situação causou muita preocupação e ansiedade na nossa comunidade e se é verdade que tudo já se está a normalizar, dentro das possibilidades, então é importante que se retomem estes voos”, disse, sublinhando que, também vai reiterar aquela que tem sido a posição do PSD-M quanto aos presos políticos que têm nacionalidade portuguesa na Venezuela – também expressa pelo Presidente do Governo Regional, Miguel Albuquerque – exigindo-se a libertação imediata destes cidadãos. “Temos insistido nisso e vamos continuar a insistir, porque não é aceitável que existam presos políticos lusodescendentes na Venezuela”, asseverou.

Sobre a situação interna da Venezuela, Paulo Neves insistiu que a mesma deve ser resolvida “a bem”, na base do diálogo e da concertação e assumiu esperar que se aproveite esta oportunidade para que seja retomado o regime democrático naquele país, criando-se todas as condições para que sejam os Venezuelanos a decidir o seu futuro. “Diálogo, paz, eleições livres e crescimento económico é o que nos defendemos”, frisou.