Seria o euro cobrado na Ponta de São Lourenço um ‘donativo’?
A cobrança de taxas, pelo IFCN – Instituto de Florestas e Conservação da Natureza, em percursos pedestres recomendados e em actividades de mar, tem gerado várias polémicas. Uma delas esteve relacionada com a cobrança de uma taxa de mergulho, aumentada em dois euros, nos locais/reservas de mergulho e navios afundados para o efeito, com início no momento da entrada em vigor da nova portaria – 28 de Outubro.
A Secretaria com a tutela do Ambiente, quando o DIÁRIO o noticiou, veio negar, mas nesta terça-feira, veio, na prática, reconhecer que, afinal, o DIÁRIO e os operadores tinham razão e suspendeu o pagamento até ao final deste ano.
Nessa ocasião, numa reunião que decorreu no auditório do IVBAM para ouvir os operadores que dizia ter ouvido, mas não o havia feito, a secretária com a tutela fez um esclarecimento sobre a cobrança para o percurso da Ponta de São Lourenço.
Rafaela Fernandes diz que, até agora, era pedido um donativo e que, de agora em diante, será cobrada uma taxa. Será totalmente verdade o que afirma a governante?