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Mortes nos Estados Unidos no nível mais baixo desde Março de 2020

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O número de mortes diárias do covid-19 nos Estados Unidos está no nível mais baixo desde março de 2020, quando a epidemia começou a alastrar no país, anunciaram hoje as autoridades sanitárias norte-americanas.

Na semana passada, foram registados em média 546 mortes diárias por coronavírus, indicam os dados dos Centros de luta e prevenção contra as doenças (CDC).

"A última vez que a nossa média em sete dias esteve tão baixa foi em março de 2020", no momento em que a pandemia se começava a expandir por grande parte do território dos Estados Unidos", declarou em conferência de imprensa Rochelle Walensky, diretora do CDC.

Para mais, o número de casos diários registados na segunda-feira, cerca de 17.000, é o mais baixo desde junho de 2020, acrescentou.

"As vacinas permitiram um declínio espetacular de casos, de hospitalizações e de mortes", congratulou-se Andy Slavitt, conselheiro da Casa Branca para a luta contra o covid-19. "Pela primeira vez desde o início da pandemia, os casos baixaram nos 50 estados. Estamos em vias de ganhar a guerra contra o vírus".

Cerca de 74,5% da população norte-americana (mais de 157 milhões de pessoas) recebeu pelo menos a primeira dose de uma das três vacinas autorizadas no país.

Estão disponíveis em mais de 80.000 locais através dos Estados Unidos, precisou Andy Slavitt.

No final de semana passada iniciou-se uma nova fase da campanha de imunização norte-americana, com a autorização da vacina da Pfizer/BioNTech para os adolescentes entre 12 e 15 anos.

"Em menos de uma semana vacinámos mais de 600.000" jovens dessa faixa etária, declarou Rochelle Walensky.

A pandemia de covid-19 provocou, pelo menos, 3.391.849 mortos no mundo, resultantes de mais de 163,5 milhões de casos de infeção, segundo um balanço feito pela agência francesa AFP.

Em Portugal, morreram 17.011 pessoas dos 842.767 casos de infeção confirmados, de acordo com o boletim mais recente da Direção-Geral da Saúde.

A doença é transmitida por um novo coronavírus detetado no final de 2019, em Wuhan, uma cidade do centro da China.