JPP lamenta cancelamento de reunião agendada com a APRAM

11 Out 2019 / 14:22 H.

Através de um comunicado de imprensa, o Juntos pelo Povo (JPP) lamenta o cancelamento de uma reunião agendada com a APRAM (Administração dos Portos da Região Autónoma da Madeira) marcada para as 15 horas de hoje, 11 de Outubro.

Explicou que o JPP, a 5 de Detembro, solicitou o agendamento da dita reunião com a APRAM, através de um ofício enviado por fax e correio electrónico, propondo como datas para a reunião os dias 12 ou 16 de Setembro.

Revela que, no dia 12 de Setembro, a APRAM remete uma resposta mostrando indisponibilidade para as datas inicialmente propostas, alegando falta de agenda, indicando como alternativas os dias 10 ou 11 de Outubro, às 15 horas, na sede da APRAM.

Adianta que a data foi acertada, ficando agendada a reunião para sexta-feira, dia 11 de Outubro, às 15 horas.

Revela que ontem, 10 de Outubro, pelas 17 horas e 30 minutos a APRAM tentou entrar em contacto com o JPP para desmarcar a reunião, mas os serviços do mesmo encerram às 17 horas, algo que é do conhecimento público.

Acrescenta que hoje, dia 11 de Outubro, dia agendado para a realização da reunião, entra em contacto, via telefone, informando os serviços do movimento, do cancelamento da reunião, alegando a mudança de Governo como entrave à realização da mesma.

“O JPP não “vai nessa conversa”. É do domínio público que o novo Governo Regional tomará posse dia 15 de Outubro, ou seja, o executivo que agora preside à APRAM, continua a ser o mesmo dos últimos quatro anos, até à próxima terça-feira, mesmo que assim não fosse, a APRAM tem um trabalho de continuidade, não seria de todo descabido realizar o compromisso assumido de realizar esta reunião, ainda mais por ser claro o interesse da pasta para a economia e sustentabilidade da Região, ainda para mais com as alterações que têm existido no sector recentemente”, explica.

“Entende o JPP, que esta postura da APRAM, revela uma indisponibilidade conveniente perante a conjuntura actual e que continua a existir um boicote estrategicamente definido para dificultar o trabalho de fiscalização e legislação ao JPP”, concluiu.

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