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ANACOM alerta para chamadas fraudulentas feitas em seu nome

A entidade recomenda que os cidadãos não atendam nem devolvam chamadas provenientes do referido número, nem forneçam dados pessoais

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Foto Arquivo

A Autoridade Nacional de Comunicações (ANACOM) alertou, no site oficial da entidade, para a circulação de chamadas telefónicas fraudulentas realizadas em seu nome, após vários cidadãos terem reportado contactos suspeitos entre os dias 6 e 7 de Abril.

Segundo a entidade, os burlões recorrem à falsificação do número de origem da chamada, fazendo parecer que o contacto é efectuado a partir do número 800 206 665, associado ao serviço oficial de atendimento da ANACOM.

Nos casos denunciados, os interlocutores apresentam-se falsamente como colaboradores da autoridade e alegam situações ilícitas, como o envio de mensagens fraudulentas ou o roubo de telemóveis. Durante as chamadas, são ainda mencionadas supostas comunicações da Polícia Judiciária e feitas ameaças de bloqueio de números ou serviços.

A ANACOM explica que estas tentativas seguem um padrão comum, incluindo a utilização de dados pessoais parcialmente correctos, identificação com nomes ou números fictícios, pressão sobre os destinatários e tentativas de recolha de informação pessoal adicional.

A Autoridade esclarece que não está a realizar contactos deste tipo, sublinhando que toda a informação transmitida nestas chamadas é falsa.

Perante esta situação, a ANACOM recomenda que os cidadãos não atendam nem devolvam chamadas provenientes do referido número, não forneçam dados pessoais e confirmem sempre a identidade de qualquer entidade que estabeleça contacto telefónico. A entidade recorda ainda que não solicita informações pessoais por telefone nem partilha dados com outras instituições, incluindo autoridades policiais.

Em caso de suspeita de fraude ou burla, os cidadãos devem contactar as autoridades de segurança. Caso tenham sido vítimas destas práticas, é aconselhada a apresentação de queixa junto da Polícia de Segurança Pública (PSP), da Guarda Nacional Republicana (GNR), do Ministério Público ou do Departamento de Investigação e Acção Penal (DIAP) da área de residência.

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