a.C (antes Covid) Vs d.C (depois Covid)

Em Março de 2020 fomos todos confrontados com uma (suposta) pandemia que gerou confinamentos obrigatórios, cerca sanitária, vacinação experimental impingida e consequente segregação de uma parte da população que apenas queria ter a liberdade de opção sobre o seu próprio corpo.

Durante esse período muitos dos nossos emigrantes regressaram à RAM, assim como os estudantes e lia-se por todo o lado “Fique em casa”, com as ruas a ficarem desertas e a população toda confinada (exceto os habituais sem-abrigo), agora passados 6 anos fala-se em falta de habitação … que sucedeu?

Na saúde durante dois anos recusou-se as doações de sangue a não vacinados (como sucedeu comigo) por suposta contaminação, assim como o acesso a hospitais, clínicas e centros de saúde, Agora passados seis anos nota-se um aumento exponencial de acidentes cardiovasculares, assim como “cancro turbo” negado pela comunidade científica e governos, mas os números mostram que a mortalidade aumentou imenso e já não se fala que tenham sido derivado da Covid-19 que entretanto se tornou uma doença “endémica” … que esta sucedendo?

Socialmente vedaram o acesso a restaurantes e bares a não vacinados, até aos cemitérios nos proibiram entrar, assim como às festas de Fim de Ano e outros eventos como Carnaval e Festa da Flor, tínhamos de ficar para trás dos gradeamentos e com seguranças a nos impedir passagem por não termos o tal “passaporte sanitário”. Passados seis anos verifica-se que as pessoas ficaram mais ansiosas, depressivas, revoltadas e agressivas umas com as outras, perdeu-se a humanidade em prol do egoísmo, maldade e egocentrismo promovido nas ruas, em família, nos empregos e em especial nas redes sociais, … que fazer agora?

Na educação promoveu-se os tablet’s em detrimento dos livros que transmitiam vírus, assim como na economia os cartões de débito/crédito para pagamentos em substituição das notas, também devido ao tal suposto contágio de Covid através do papel, sendo que o plástico, metal e vidro limpa-se com álcool-gel, … como foi possível?

O distanciamento social e as máscaras originaram um comportamento antissocial e falta de empatia entre humanos, tudo em prol daquilo que chamavam “na defesa da saúde pública”, entretanto crianças além de vacinadas sem necessidade, passavam dias inteiros em salas de aula com máscaras, até em pleno Verão, prejudicando a saúde dela, … quem se responsabiliza?

Muita gente perdeu o seu emprego com os “lay-off”, empresários endividaram-se ou perderam os seus negócios e aproveitou-se para normalizar e regularizar o “home-office”, assim como a precariedade no trabalho, … que consequências?

O que realmente mais me surpreende é o “silêncio ensurdecedor” em redor deste tema, a cumplicidade de toda uma população que optou por “branquear” esses anos em que foram pura e simplesmente usados como cobaias dos interesses globalistas, camuflados com as sucessivas guerras iniciadas em Fevereiro 2022, … quem quer saber?

Ninguém questiona, responsabiliza ou se manifesta perante o que foi uma das maiores fraudes da história da humanidade, mas por outro lado revoltam-se e indignam-se quando alguém como eu tenta obter respostas pela segregação, perseguição e ameaças que foram feitas a quem não quis aceitar a narrativa pró-Agenda 2030 num contexto de “vale tudo”, faço-o desde 2020 com manifestações sociais pacificas e através da política, continuarei por cá para recordar a todos os que nos chamaram de irresponsáveis, assassinos, chalupas, chanfrados e negacionistas, que talvez nós não estávamos enganados e esperamos que a sociedade tenha aprendido algo com o passado, de forma a não repetirem erros e permitirem serem novamente manipulado sob o estigma do medo.

Miguel Pita