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Madeira

“O que é importante é nós termos a resposta para darmos à população”

Micaela Freitas reconhece o recurso à contratação externa como forma de suprir carências nos quadros do SESARAM

A secretária regional de Saúde e Protecção Civil notou que a contratação de médicos externos inclui apenas especialistas, conforme veiculado pelo DIÁRIO. 
A secretária regional de Saúde e Protecção Civil notou que a contratação de médicos externos inclui apenas especialistas, conforme veiculado pelo DIÁRIO. , Foto Arquivo

A secretária regional de Saúde e Protecção Civil apontou, esta manhã, à margem da iniciativa que assinalou o Dia Nacional do Doente com AVC, que o recurso à contratação externa de pessoal médico é uma forma de garantir que o Serviço Regional de Saúde (SESARAM) continua a prestar cuidados à população.

Numa reacção à notícia que faz a manchete da edição de hoje do DIÁRIO, que dá conta de que o SESARAM já gastou, este ano, 1,5 milhões de euros em médicos externos, a secretaria regional de Saúde e Protecção Civil salientou que todos esses profissionais são médicos especialistas, recusando, por isso, que sejam vistos como ‘médicos tarefeiros’.

SESARAM gasta 1,5 milhões em médicos externos

Foram realizados mais de 30 contratos em três meses para assegurar urgências, cirurgias e especialidades carenciadas. É esta a notícia que faz manchete na edição impressa do DIÁRIO de Notícias da Madeira desta terça-feira, 31 de Março.

“O que é importante é nós termos a resposta para darmos à população”, sustentou a governante, pelo que a contratação de prestação de serviços por médicos que trabalham ‘à tarefa’ e sem vínculo à empresa pública do sector da saúde visa “garantir que a população tem uma diversidade de serviços quando recorre ao SESARAM”.

Nesse sentido, Micaela Freitas salientou, também, que, no Serviço de Urgência, na maioria das especialidades, a prestação de cuidados é garantida por elementos do quadro de pessoal da instituição, mas, quando tal não se mostra possível, esse serviço urgente é assegurado por médicos externos. “Porquê? Para garantir sempre que a população tenha esses cuidados”, assegurando que tal estratégia “tem funcionado”.