A mentira das religiões
Desde que inventaram as religiões, elas só conseguiram sobreviver à custa das mentiras e da manipulação das verdades.
Ao longo destes milhares de anos, as religiões não só não conseguiram evoluir nada, como continuam com as mesmas mentiras de sempre.
As religiões continuam convencidas de que o ser humano ainda é o mesmo ignorante de há dois mil anos atrás, que acreditava em tudo o que lhe diziam.
O desejo das religiões é o de querer que o mundo volte ao tempo da Inquisição, e com isso continuarem a ser senhoras do mundo, sem consideração pelo ser humano.
É por isso que os fiéis estão a praticar cada vez menos a sua religião, como no caso da religião católica.
Em 2001, oito milhões de portugueses diziam ser católicos, mas só uns 220 000 é que iam à missa uma vez por semana.
Hoje já só pouco mais de 100 000 católicos é que vão à missa, com tendência para baixar.
Porque as pessoas estão fartas de ouvir sempre a mesma coisa em que já não acreditam.
Uma pessoa precisa de motivação, de alguém que lhe dê esperança e conforto, de alguém que a ensine a sair desta vida miserável, que a motive a lutar pelos seus desejos.
As pessoas precisam de acreditar que vale a pena viver e que esta vida faz sentido.
E aquilo que as religiões fazem é exatamente o contrário, porque quanto mais as pessoas estiverem na miséria e fragilizadas, mais poder as religiões têm sobre elas.
Se as religiões não se modernizarem e continuarem com as mesmas mentiras de sempre, daqui a quinze ou vinte anos as religiões terão acabado.
Este mundo poderia ser um paraíso sem religiões.
Ainda vamos a tempo de salvar este mundo e de fazer dele um mundo maravilhoso, mas para isso precisamos de nos libertar das mentiras das religiões e de deixar de acreditar nelas.
Edgar B. Silva