Assuntos diversos
No DN de 7 de março de 2026, página 9, com o título: “Conhecer a Madeira evita problemas”; estando na coluna a seguir à foto, com letras maiúsculas: “Convite ao Presidente da República”; estando nas últimas 10 linhas, o seguinte: “Albuquerque lembrou que, embora a decisão final da competência do Presidente da República, é natural que a opinião do Governo Regional e de outros actores locais seja considerada, especialmente pela importância do cargo na representação da Madeira junto do Estado central”.
Para que Portugal seja um todo, não podem os governantes, julgarem-se mais importam que o seu todo, visto haver nos Arquipélagos da Madeira e dos Açores, pessoas com as condições e capacidades, para governarem a Nação Portuguesa, do que certas pessoas que julgam serem superiores.
A grandeza de Portugal; é constituída pelo seu todo: Povo e Territorial; Portugal do Continente e das Ilhas Adjacentes: Madeira e dos Açores.
Na página 10 do mesmo DN, com a foto abrangendo 2 colunas, estando sentadas em uma mesa, 4 pessoas; que constituem a direcção da UMAR; Sendo a Dra. Joana Martins, a coordenadora da União das Mulheres Alternativa e Resposta; estando no penúltimo parágrafo, o seguinte: “A UMAR irá também participar na 52.ª edição da Feira do Livro do Funchal, entre os dias 20 e 29 de Março, com um stand próprio na Avenida Arriaga, onde serão divulgados livros, materiais informativos e outras publicações da associação.
Estando em destaque o título: “UMAR alerta para desigualdades persistentes”; estando as primeiras cinco linhas: “Os nossos direitos não podem ser dados por garantidos”, diz Joana Martins”.
Os seres humanos são constituídos por: Mulheres e Homens. Só com a colaboração de ambos, será possível a procriação de novos seres; por conseguinte, a união do homem com a sua mulher é que se pode construir uma família.
O direito português, é igual para todos os cidadãos de Portugal, não distingue o sexos: se é masculino ou feminino; por conseguinte não poderá haver distinção da Lei para as mulheres, nem para os homens, visto serem todas/os cidadãs/ãos.
No DN de 12 do corrente mês, na 1.ª página, com o título em parangona: “Menos 5,1 milhões de sacos de plásticos em dois anos”; estando em tipo com menos destaque: “Consumo de unidades caiu 55% na Região, entre 2022 e 2024. Regulação, campanhas de sensibilização ambiental e compromisso colectivo explicam resultado”, estando o texto na página 12 do DN; em Âmbito, com o título: “Consumo de sacos de plástico cai 55% em dois anos”; estando em destaque na 1.ª coluna: “Na Europa circulam anualmente cerca de 100 mil milhões de unidades”.
É gravíssimo para o ambiente: terrestre; marítimo e atmosférico; a falta do cuidado com o uso dos sacos de plástico, pelo facto de não serem usados; reutilizados e reciclados, para serem novamente usados, modo a serem reduzidos os milhares de toneladas de sacos de plástico, poupando, deste modo, milhões de euros, e não causando danos ao meio ambiente.
São os seres vivos, os que são mais afectados: humanos; animais e aves terrestres; e as aves e animais marinhos. Sendo os maiores depredadores do equilíbrio e dos bens da natureza, os seres desumanizados.
José Fagundes