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Casos do dia

Sessão erótica em ponto turístico da Madeira

As imagens que ilustram várias mulheres despidas no Cais do Sardinha estão a ser amplamente divulgadas online

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Fotos DR 

O DIÁRIO questionou o IFCN sobre se esta sessão foi autorizada

Algumas imagens e vídeos de uma sessão fotográfica com várias mulheres nuas, realizados no Cais do Sardinha, estão a circular em grupos da aplicação WhatsApp, sem indicação da data em que foram captados.

O local da sessão situa-se na Ponta de São Lourenço, zona integrada numa área natural protegida e considerada um dos principais pontos turísticos da Ilha da Madeira.

Nas imagens observa-se um grupo de mulheres a posar sem roupa entre rochas junto ao mar, enquanto outras pessoas, vestidas, aparentam desempenhar funções ligadas à produção fotográfica, incluindo captação de imagens e acompanhamento técnico.

Num dos vídeos associados à sessão é possível observar elementos da equipa a posicionar câmaras fotográficas e equipamento, bem como algumas participantes a despirem-se antes do início das fotografias.

A sessão decorre na zona pedonal junto ao cais, área frequentada diariamente por visitantes e caminhantes que percorrem o trilho da Ponta de São Lourenço.

O Cais do Sardinha, no extremo oriental da ilha da Madeira, é um ponto de passagem amplamente recomendado para os visitantes da Ponta de São Lourenço e, inclusive, alvo de diversos resgates durante todo o ano. O espaço funciona como zona de descanso e acesso ao mar após o percurso pedestre, recebendo fluxo regular de turistas nacionais e estrangeiros.

A realização de sessões fotográficas em espaços naturais e áreas protegidas levanta questões relacionadas com autorizações e enquadramento legal. Actividades organizadas com fins comerciais ou promocionais podem exigir licenciamento prévio por parte das entidades responsáveis pela gestão do território, nomeadamente organismos ambientais e autoridades regionais competentes. 

Em locais classificados ou integrados em parques naturais, a captação de imagem profissional pode depender de pedidos formais de autorização, sobretudo quando envolve equipas organizadas, utilização de equipamento técnico ou permanência prolongada no local. 

Posto isso, o DIÁRIO questionou o Instituto das Florestas e Conservação da Natureza (IFCN) sobre se foi solicitada alguma licença para a realização da sessão naquele local, aguardando esclarecimentos.

Até ao momento, não é conhecida informação pública sobre a existência de autorização para a sessão retratada nas imagens agora divulgadas online, nem foi possível apurar a identidade dos participantes ou a finalidade da produção fotográfica. 

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