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Líder do CDS-PP felicita Seguro e espera estabilidade política após várias eleições

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O presidente do CDS-PP, Nuno Melo, felicitou hoje António José Seguro pela eleição como Presidente da República e espera que Portugal, após um longo ciclo de eleições, tenha estabilidade política.

"Os portugueses escolheram em liberdade o Chefe de Estado e o Comandante Supremo das Forças Armadas e, enquanto presidente do CDS-PP, a primeira coisa que quero fazer é desejar-lhe a maior sorte no exercício do mandato", afirmou Nuno Melo, também ministro da Defesa no Governo de Luís Montenegro, na sede do partido em Vila Nova de Gaia, no distrito do Porto.

Nuno Melo considerou que assumir a Presidência da República é assumir uma "função maior" e que desta depende "realmente o normal funcionamento das instituições democráticas e um exercício permanente daquela que é uma magistratura de influência".

Numa curta declaração, o centrista recordou que o país viveu, em menos de três anos, um ciclo muito longo de eleições, designadamente legislativas, europeias, regionais e autárquicas.

"E, por isso, eu acho que é tempo de se assegurar agora a estabilidade naquilo que é o exercício de mandatos em democracia a benefício de todos", assinalou.

O líder do CDS-PP frisou que depois de tantas eleições em tão pouco tempo, e cumprido agora o ciclo das presidenciais, é importante continuar a servir os portugueses de forma estável e duradoura.

Nuno Melo aproveitou ainda para saudar o atual Presidente da República, Marcelo Rebelo de Sousa, que termina o mandato em março, com quem teve ao nível do Governo a "melhor colaboração", destacou.

António José Seguro tornou-se hoje no Presidente da República eleito com o maior número de votos expressos em 50 anos de democracia, ao superar os 3.459.521 de Mário Soares no sufrágio de 1991.

Até hoje, Mário Soares, na sua reeleição em 1991, tinha sido o Presidente da República eleito com maior número de votos (3.459.521 em mais de oito milhões de eleitores) e maior percentagem (70,35%).

Com votos ainda por contar, o novo Presidente da República tem uma percentagem superior a 66%, enquanto o líder do Chega supera os 33%.

Esta foi a 11.ª vez que os portugueses foram chamados a escolher o Presidente da República em democracia, desde 1976.

Desde 1976, foram eleitos António Ramalho Eanes (1976-1986), Mário Soares (1986-1996), Jorge Sampaio (1996-2006), Cavaco Silva (2006-2016) e Marcelo Rebelo de Sousa (2016-2026).