Obra mais cara de sempre força a redefinir consórcios
A manchete da edição desta quinta-feira do seu DIÁRIO dá conta de que a obra mais cara de sempre força a redefinir consórcios. A terceira fase da construção do novo Hospital Central e Universitário da Madeira, com preço base fixado em 265 milhões de euros, está a provocar uma reconfiguração profunda das alianças estratégicas no sector da construção regional.
Dizemos-lhe, também, que a TAP retoma voos para Caracas em Abril e terá ligação semanal ao Funchal. Na abertura da BTL, a companhia de aviação nacional trouxe novidades, mas esqueceu o Porto Santo, o que deixou Nuno Batista "triste". Ontem ficámos, igualmente, a saber que a PortoBay sobe receita para 149 milhões e que a Savoy Signature fechou 2025 nos 120 milhões de facturação.
Leia, de seguida, que a PJ investiga alegada fraude com fundos da reflorestação. Estão em causa cinco crimes. Duas empresas e cinco pessoas foram constituídas arguidas.
No Porto Santo, o futebol jovem não tem luz para treinar. A hora de Verão não resolve o problema, garante o presidente da AD ‘Os Profetas’. Leonardo Ferreira alerta que o estádio exige obras urgentes. Pai de atleta mostra-se crítico e preocupado.
Por fim, partilhamos consigo mais uma distinção: o DIÁRIO vence cinco prémios no European Newspaper Award.
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Bom dia, com boas leituras!