Bruno Melim aborda questão do ferry com intervenção centrada em Élvio Sousa a quem chama de "aldrabão"
Antes da intervenção do deputdao do PSD, falou Miguel Castro (deputado não inscrito), que defendeu que a Madeira tem todo o direito institucional de ter uma ligação ferry. O deputado diz que a proposta do JPP é mais um episódio de algo que começou em 2024.
O deputado alerta para o óbvio, que o custo de abrir um concurso é diferente do custo da operação.
Miguel Castro pergunta se a proposta para estudar a ligação, que inclua as Canárias, não vai, uma vez mais protelar a operação.
Bruno Melim (PSD) começou por acusações políticas ao PS, da Madeira e de Lisboa, mas disse preferir abordar o tema pelo “distúrbio de personalidade” de Élvio Sousa (JPP), porque conseguiu dizer “tudo” sobre o tema.
O social-democrata acusou o dirigente do JPP de alinha com a máxima “faz o que eu digo”… Bruno Melim diz que Élvio Sousa defendeu a isenção de taxas portuárias por três anos, para ligação ferry. Bruno Melim perguntou o que aconteceria e o que seria dito na ALM, Élvio Sousa, se a proposta fosse ao contrário. O social-democrata disse estar a referir-se a um texto de opinião de Élvio Sousa escrito há nove anos, em 2017.
Melim disse que o JPP tem uma postura vassala a interesses espanhóis e perguntou a interesses de quem é que Élvio Sousa responde.
O PSD diz que Élvio Sousa não defendeu sempre o que defende agora. Fala em diplomacia económica e esquece concluiu ou o que é um concurso público internacional.
Bruno Melim diz que Élvio Sousa revela tiques próprios de totalitarismo, nem só quer linha ferry, como escolher quem quer fica com a linha. “Está o JPP ao serviço destes grupos económicos? (….) é sobretudo um aldrabão”. Uma expressão que não mereceu qualquer reparo por parte da presidente da Assembleia.
Bruno Melim continuou um longa intervenção sempre centrada em Élvio Sousa e no JPP.