Talento do Conservatório sobe a palcos nacionais
Os alunos de bandolim Vasco Moniz e Constança Sousa, do Conservatório – Escola das Artes da Madeira, vão integrar dois concertos da Orquestra Portuguesa de Guitarras e Bandolins (OPGB), revelou hoje a instituição.
O espectáculos estão agendados para os dias 10 e 11 de Janeiro, em Penafiel e Gondomar, respectivamente.
Sob a batuta do maestro Hélder Magalhães, concertos contarão ainda com a participação especial da actriz e cantora Anabela.
O convite aos alunos madeirenses partiu do director artístico e concertino da OPGB, António de Sousa Vieira, e representa "um reconhecimento do percurso artístico e da maturidade musical demonstrados pelos dois jovens músicos", realça o Conservatório em comunicado.
"Vasco Moniz, aluno do Curso Profissional de Instrumento, e Constança Sousa, dos Cursos Livres em Artes, "têm-se destacado pelo talento, empenho e evolução consistente, particularmente através da participação em várias edições dos Encontros Nacionais de Bandolim e Guitarra", evidencia a mesma nota.
A acompanhar os alunos estará o professor da classe de bandolim, Ricardo Mota, numa participação de professores e alunos pelo quinto ano consecutivo, reforçando a ligação contínua entre o Conservatório e a OPGB.
Para além dos actuais alunos, estarão igualmente presentes os antigos alunos Eduardo Sousa e Lino Silva, evidenciando o "impacto duradouro" da formação ministrada pela instituição.
A presença dos alunos do Conservatório em palcos de âmbito nacional afirma a qualidade do ensino artístico desenvolvido, valoriza o trabalho pedagógico realizado ao longo dos anos e projecta os jovens músicos e a Região no panorama cultural português
Criada em 2007, a Orquestra Portuguesa de Guitarras e Bandolins resulta da iniciativa de António de Sousa Vieira e Sérgio Dinis, então membros da Orquestra Europeia de Bandolins e Guitarra da Juventude. Ao longo dos seus 12 anos de actividade, a OPGB tem desempenhado um papel relevante na valorização da música de plectro, com dezenas de concertos em Portugal e no estrangeiro, mantendo um repertório centrado em obras originais que lhe conferem uma sonoridade própria e rigor interpretativo amplamente reconhecido.