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ADN-Madeira quer dar dar voz aos militares e salientar a importância da área da Defesa Nacional

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O partido Político ADN – Alternativa Política Nacional decidiu iniciar hoje o período de campanha eleitoral frente ao RG3 para dar voz aos militares, pois "são eles que defendem a nossa Nação e respectiva soberania".

"Em virtude de não poderem se expressar em protestos, greve ou manifestações decidimos que era nossa missão aqui estar para lembrar que são eles quem nos acodem aquando de tempestades, aluviões, incêndios e até acomodam os desalojados desses infortúnios, até há quem se lembre de recorrer a eles para a bem da segurança patrulharem as ruas do Funchal durante toda a noite", refere Miguel Pita, coordenador e cabeça-de-lista do ADN pelo círculo da Madeira às Legislativas.

À semelhança dos agentes da PSP, GNR e bombeiros, "os militares também têm família e necessitam de bons salários e condições de trabalho para poderem exercer as suas funções e com dignidade, algo que não se verifica já há muitos anos".

Basta ver o quão obsoletos estamos a nível de equipamentos, armamento, viaturas e até no caso da Marinha … basta olhar para aquelas sucatas que nos enviam para 'proteger' a nossa costa e Zona Económica Exclusiva. Antes de se preocuparem em equipar outros Países em guerra, deveriam investir mais e melhor na Defesa Nacional. Miguel Pita, ADN

O partido diz ser a favor do regresso do cumprimento do serviço militar a nível nacional e regional de forma a que os homens e mulheres se preparem para a vida com regras, disciplina, sentido patriótico e respeito pelas autoridades e hierarquias, "algo que se nota cada vez mais faltar à nossa juventude".

Seria um complemento na formação deles, pois se os pais lhes dão a educação, os professores o ensino, o exército poderá lhes dar essa componente disciplinar e de coesão social. Miguel Pita, ADN

Lembra que os EUA vão eleger este ano o próximo presidente e o candidato Donald Trump já deixou claro que caso vença, uma das primeiras medidas será retirar os EUA da NATO, deixando aquela Aliança muito fragilizada, logo, diz o ADN, "há que pensar em nos preparamos para uma eventual situação de fragilidade defensiva face a outras potências mundiais".

Queríamos aproveitar o tema para defender os benefícios dos Antigos Combatentes já conquistados, mas igualá-los num todo, ou seja não deve os ex-combatentes que não estiveram na frente de combate serem prejudicados pelos que estiveram fora da zona operacional, pois todos sem excepção se encontravam nas ex-colónias defendendo o mesmo País, mas em circunstâncias diferentes, mas estiveram igualmente longe das suas famílias durante vários anos, devem ter os mesmos direitos, benefícios e privilégios, sem discriminação. Miguel Pita, ADN