Madeira

Madeira conta actualmente com 700 nómadas digitais

E mais de sete mil estão inscritos

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Cada vez mais a Madeira está a ser ‘pulverizada’ de nómadas digitais. O secretário regional da Economia, Rui Barreto, à margem da visita, esta manhã, ao novo ‘working space’ para nómadas digitais, no Hotel Vila Galé, concelho de Santa Cruz, destacou o “sucesso” do projecto iniciado em Fevereiro na Ponta do Sol, ao registar que actualmente além das “700 pessoas a viver e a trabalhar [remotamente] na Madeira” a plataforma “tem já mais de 7 mil já inscritos”.

Muito “satisfeito” com a crescente procura e com o “trabalho bem feito, bem gizado e a estratégia bem montada pelo projecto ‘Digital Nomads Madeira Island’, projecto-piloto desenvolvido pela secretaria regional a Economia, através da StartUp Madeira, que já conta com inscritos de 94 países e coloca a Região no Top 10 dos melhores destinos mundiais para nómadas digitais, para Rui Barreto esta realidade demonstra que esta foi “uma oportunidade bem agarrada ‘com unhas e dentes’ para posicionar a Madeira no mundo”.

Lembrou que o “governo deu um suporte político e também financeiro para iniciar este projecto” que está “a correr muitíssimo bem”, agora impulsionado também com o alargar de parecerias aos privados, como é o caso do Hotel Vila Galé.

O Hub Remotely @ Vila Galé é uma iniciativa que decorre da colaboração entre a StartUp Madeira, sob a tutela da Secretaria Regional da Economia, e a equipa de empreendedores da ‘HubRemotly’, em prol da extensão do projecto ‘Digital Nomads Madeira Islands’ para outros concelhos da Região.

Com “preços muito acessíveis” – 60 euros por mês com acesso aos diversos serviços do hotel – e preço especial para estadas, Barreto promete “continuar a trabalhar para que este segmento de trabalhadores que estão cá temporariamente a trabalhar, continue sustentadamente a crescer”, ou não fosse esta também “uma oportunidade de negócio” tal é “o impacto enorme na economia”.

A ideia de uma nova abordagem aos nómadas digitais partiu de três empreendedores/’Hubers’ (Linda, Pedro e Luís), que em Fevereiro deste ano, depois de lançado o projecto-piloto na Vila da Ponta do Sol, começaram a trabalhar no projecto que agora se materializa no novo espaço de trabalho para trabalhadores remotos.