CDS: “Todas as infracções devem ser sinalizadas e punidas quando os factos o justificarem. Doa a quem doer”

Rui Barreto desafia órgãos de fiscalização do Governo Regional a estarem atentos e a actuar em conformidade

21 Jul 2019 / 15:04 H.

“Para o CDS, as questões ambientais são centrais quer no discurso, quer na prática políticas e assim sendo, não compactuamos com actos lesivos ao meio, à paisagem, à sustentabilidade e à segurança das populações e dos bens”, começa por deixar claro o líder regional do CDS/PP, Rui Barreto, ao reagir à manchete de hoje no DIÁRIO, que dá conta da extração clandestina de inertes no Vale dos Socorridos.

“Defendemos que deve haver, sempre, a procura da compatibilidade entre a actividade humana e o respeito pelo meio envolvente. É dessa compatibilidade que também se faz o progresso. É possível compatibilizar a actividade humana e o crescimento económico, com o respeito pelo ambiente”, garante, antes de relembrar que “ainda hoje, anunciámos um conjunto de medidas que incluiremos no próximo programa de Governo e que caminham para essa busca da compatibilidade e do respeito pelas boas práticas ambientais.”

É “com base nestes princípios” que Rui Barreto e o partido que lidera entende “que os órgãos de fiscalização do Governo Regional devem estar atentos e devem actuar quando forem detectadas infracções. Qualquer que seja o empresário, qualquer que seja a actividade”, aponta. “Todas as infracções devem ser sinalizadas, e punidas quando os factos o justificarem. Doa a quem doer”, sentencia. “Mais, deve ser garantido, na medida daquilo que for possível, o retorno à situação anterior”, conclui o dirigente partidário.

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