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Melhoria de 'rating' da Fitch coloca Portugal ao nível de França e Bélgica

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A melhoria do 'rating' de Portugal pela agência Fitch, para 'A+', coloca o país ao nível de França e Bélgica, demonstrando ainda a "confiança dos investidores internacionais", disse o Ministério das Finanças.

A Fitch subiu hoje o 'rating' de Portugal de 'A' para 'A+', com 'outlook' (perspetiva) estável, adiantou a agência, numa nota divulgada no seu 'site'

Numa reação, o Ministério das Finanças garantiu que "esta revisão, que é a segunda subida de 'rating' da República promovida pela Fitch, desde abril de 2024, demonstra assim a confiança dos investidores internacionais na economia portuguesa".

"Se considerarmos as subidas promovidas pela S&P (uma em fevereiro de 2025 de A- para A e outra em agosto de 2025 de A para A+) esta é já a quarta revisão de 'rating' que o país regista nos últimos dois anos", referiu.

Assim, disse a tutela, na Fitch, Portugal "passa assim a ter um 'rating' igual ao de França, Bélgica, Estónia, Lituânia, Eslovénia e Malta, sendo que apenas 6 países da Zona Euro têm neste momento uma classificação superior".

Citado no comunicado, o ministro das Finanças, Joaquim Miranda Sarmento, disse que esta subida do 'rating' é "mais uma grande vitória de Portugal, em particular, quando esta melhoria acontece num contexto geopolítico e económico ainda marcado por incerteza e instabilidade".

"A subida reflete o reforço das finanças públicas de Portugal, incluindo uma trajetória projetada de redução da dívida pública e saldos orçamentais consideravelmente mais fortes do que os dos seus pares, sustentados por um forte compromisso político com a prudência orçamental", disse a Fitch, em comunicado.

Segundo a agência, os 'ratings' de Portugal são "sustentados por indicadores de governação superiores à mediana da categoria 'A', com as suas "forças institucionais alicerçadas na sua integração na União Europeia e zona euro".

O 'rating' é uma avaliação atribuída pelas agências de notação financeira, com grande impacto para o financiamento dos países e das empresas, uma vez que avalia o risco de crédito.