Cabaz alimentar volta a subir 2,11 euros na última semana para 254,73 euros
O cabaz alimentar composto por 63 bens essenciais monitorizado pela Deco Proteste voltou a aumentar 2,11 euros na última semana, fixando-se nos 254,73 euros, informou hoje a associação de defesa do consumidor.
Depois de ter descido 0,94 euros na semana anterior (252,62 euros), "o cabaz alimentar monitorizado pela Deco Proteste, organização de defesa do consumidor, custa esta semana 254,73 euros, o que representa um aumento de 2,11 euros face à semana anterior", lê-se na informação divulgada.
A cesta alimentar inclui carne, congelados, frutas e legumes, laticínios, mercearia e peixe.
Entre outros, são considerados produtos como peru, frango, carapau, pescada, cebola, batata, cenoura, banana, maçã, laranja, arroz, esparguete, açúcar, fiambre, leite, queijo e manteiga.
Entre 26 de agosto e 02 de setembro, as massas espirais registaram um aumento de 22% para 1,35 euros, a massa esparguete subiu 21% para os 1,18 euros e o pão de forma sem côdea registou um acréscimo de 14% para os 2,50 euros, os produtos com maiores aumentos de preços.
No início do ano, para comprar o mesmo cabaz composto por 63 produtos, os consumidores gastavam menos 12,91 euros (menos 5,34%).
Segundo a Deco Proteste, há um ano, era possível comprar exatamente os mesmos produtos por menos 14,17 euros (menos 5,89%).
Já no início de 2022, era possível gastar menos 67,03 euros (uma diferença de 35,71%).
Em relação ao ano passado, a maior subida percentual de preço verificou-se em produtos como o bacalhau graúdo (25% custando atualmente 20,02 euros por quilograma), o robalo (24% custando atualmente 10,20 euros por quilograma), e as massas espirais (22% o que se reflete num custo de 1,35 euros couve-coração).
Desde 05 de janeiro de 2022, os maiores aumentos percentuais foram os da carne de novilho para cozer (120% para 12,81 euros por quilograma), o bacalhau graúdo (89% para 20,02 euros) e a couve-coração (88% para 1,87 euros).