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Proximidade é palavra de ordem

Ouvir, esclarecer, resolver, apoiar e mobilizar serão, sempre, prioridades para o nosso Partido, porque é também assim – ou, talvez, só assim – que cumprimos a proximidade que defendemos e que tão bem nos caracteriza e diferencia na política. Uma proximidade que não é a mera estratégia de marketing político que alguns usam, abusam e apregoam, mas, sim, aquela que se traduz na presença assídua que temos garantido e que queremos continuar a reforçar junto daqueles que confiam em nós há quase cinquenta anos.

Vem isto a propósito da ronda de contactos que iniciamos a semana passada junto das nossas Comissões Políticas Concelhias e de Freguesia, aquelas que são as nossas bases e os grandes braços armados do nosso Partido, no terreno.

Uma ronda de trabalho que tem a particularidade de servir, simultaneamente, para apresentar a nova equipa do Secretariado, para fazer pontos de situação sobre a realidade local e, também, para planificar os próximos meses, sem esquecer a captação de nova militância e a avaliação daqueles que são os compromissos realizados e por cumprir.

Efetivamente, julgo que falar de proximidade é falar precisamente desta relação com as nossas estruturas locais, nos nossos 11 concelhos e 54 freguesias. É reforçar o trabalho em equipa, sabendo chegar, sempre, aos nossos cidadãos, independentemente do lugar onde estes se encontrem, para que se sintam apoiados, acompanhados e valorizados pelas escolhas políticas que assumiram ao votar em nós e, paralelamente, para que se sintam à vontade de apresentar as suas críticas e/ou sugestões.

Falar de proximidade é saber encontrar todas as formas de ultrapassar eventuais constrangimentos ou dificuldades, conscientes de que o caminho nem sempre é fácil, mas que é necessário. E é, por fim, uma prova de respeito para com os nossos Militantes, que são sempre chamados a combater tudo e todos em nome do nosso Partido – numa extraordinária entrega e dedicação – e que merecem ser lembrados, também, quando não existem campanhas nem eleições.

Falar de proximidade e, mais do que tudo, assumir que ela é uma prioridade absoluta, implica saber estar no terreno, diariamente, formal ou informalmente, a materializar essa ideia e a garantir que o PSD/Madeira não viva dentro de uma espécie de bolha nem seja tampouco uma máquina que se liga apenas de quatro em quatro anos ou, de cinco em cinco, quando existem combates eleitorais a vencer, até porque isso seria, de certa forma, ir contra a nossa própria identidade.

Não, a nossa ideia é bem distinta. Sempre foi. Queremos manter a nossa dinâmica interna e continuar ativos, mobilizados e abertos à sociedade. Queremos continuar próximos e atentos à realidade, garantindo que a nossa população se identifique, ainda mais, com as decisões que forem sendo tomadas – numa governação que, no fundo, espelha medidas e projetos anteriormente por si aprovadas – e que, simultaneamente, seja mais participativa e nos ajude a melhorar, sempre, as ideias e soluções que queremos que façam mais sentido no quotidiano das pessoas.

No fundo, acredito que a proximidade é uma obrigação diária que devemos cumprir, individual e coletivamente e é neste compromisso que, com humildade, temos de continuar focados.

Para continuarmos a ser um Partido que lidera, que trabalha, que cumpre.

Um Partido de ação, que não se fica pela palavra e que não vive da propaganda que outros apregoam.

Um Partido que faz e continuará a fazer, realmente, a diferença na vida dos Madeirenses.