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Madeira

Nova plataforma dos apoios para "dar melhor" e com equidade

No ano passado, por exemplo, nove mil beneficiários foram contemplados com 2,3 milhões de euros de um apoio em concreto

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Foto DR

Dar mais, dar melhor e quando as pessoas efectivamente precisam. É desta forma que é promovida a nova Plataforma do Registro dos Apoios Sociais, que esta manhã foi oficialmente apresentada na Reitoria da Universidade da Madeira, no Funchal, pela secretária regional de Inclusão, Trabalho e Juventude. Na ocasião, Paula Margarido deu como exemplo os apoios sociais, entregues às famílias que trabalham e que estão com dificuldades ou para lares, que abrangeu à volta de nove mil benificiários, num montante de cerca de 2,3 milhões de euros.

A governante sublinhou a importância e unicidade da ferramenta financiada pelo Plano de Recuperação e Resiliência, um investimento de 60 mil euros que vai reunir toda a informação relativa à distribuição de ajudas, quer governamentais, quer de outras entidades. A platafoma, única no país, segundo a secretária, vai começar agora a ser completada com os dados. 

"Vai ser apresentada para depois começar a ser utilizada, como com a acomodação de todos os apoios que as secretarias, as direções, as câmaras municipais, as juntas de freguesia, as IPSS, o Instituto de Segurança Social, concedem, para que possamos ter esta análise e verificação de que não há pessoas a receber indevidamente e que estamos a deixar para trás outras pessoas que deveriam também receber", adiantou Paula Margarido, à margem da apresentação.

A secretária acredita que os apoios sociais são um dos pilares essenciais acção governativa, mas que devem ser adequadamente distribuídos. "Não é dar mais, mas melhor e quando as pessoas precisam".

E esclarece que a ideia é uma resposta eficiente dos apoios sociais. "Podemos ter agregados que efectivamente estão com dificuldades, podemos ter famílias que estão com dificuldades e vão continuar a receber os apoios que nos termos regulamentares é possível conceder aos mesmos. Agora, efetivamente, com esta falta de monitorização, pode acontecer de facto alguma triplicação ou duplicação que nós não pretendemos que venha a verificar-se."

A Plataforma do Registo dos Apoios Sociais vai ser operacionalizada pela Direção Regional da Cidadania e Institutos Sociais. A protecção de dados será salvaguardada, garante.