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Madeira

VivaCidade surpreende locais e turistas na baixa do Funchal

Jorge Carvalho destaca adesão espontânea e expansão a zonas panorâmicas

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O presidente da Câmara Municipal do Funchal, Jorge Carvalho, sublinhou que o 'Viva a Cidade' continua a afirmar-se como um festival pensado para dinamizar o espaço público, levando actividades artísticas ao encontro de residentes, turistas e de quem circula na cidade. “Queremos surpreender as pessoas no seu dia-a-dia, criar momentos culturais inesperados que tornem a cidade mais viva”, afirmou.

A adesão do público é vista como o principal termómetro do sucesso. “O êxito mede-se pela participação espontânea de quem passa. Não é um evento fechado, é um convite aberto a todos”, referiu o autarca, destacando a importância de captar tanto quem procura as iniciativas como quem é apanhado de surpresa.

O horário das actividades, concentrado ao final da tarde, não é casual. “É um período em que conseguimos cruzar residentes que saem do trabalho com os visitantes que estão na cidade, o que aumenta a visibilidade e o impacto das iniciativas”, explicou Jorge Carvalho.

O modelo descentralizado mantém-se como uma das marcas do festival, com acções distribuídas por várias ruas e espaços urbanos. “Não queremos concentrar tudo num único ponto. A ideia é levar cultura a diferentes percursos e criar experiências em vários locais da cidade”, disse.

Uma das principais novidades deste ano é a expansão para fora do centro tradicional, abrangendo freguesias como São Gonçalo e São Roque. Ainda assim, a escolha dos locais segue critérios definidos. “Estamos a privilegiar espaços centrais dentro dessas freguesias e com características panorâmicas, que valorizem tanto as iniciativas como a própria cidade”, salientou.

Para o presidente da autarquia, esta evolução confirma a consolidação do 'Viva a Cidade' e abre portas ao futuro. “O festival está cada vez mais afirmado e tem margem para crescer, chegar a outras freguesias e continuar a inovar”, concluiu.