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Madeira

"Sempre pautei a minha actuação pelo interesse comum"

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O vereador Fábio Costa, que está no olho do 'furacão', evitou alimentar a polémica instalada no executivo municipal, remetendo para o presidente da Câmara de São Vicente quaisquer comentários adicionais sobre a situação que tem marcado os últimos dias na autarquia. Mas o autarca eleito pelo Chega já fala no passado.

Questionado há instantes pelo DIÁRIO sobre o momento interno vivido no executivo, o vereador optou por uma postura de contenção, sublinhando apenas o princípio que, diz, tem orientado a sua actuação política: “Deixo para o presidente os comentários que tiver a fazer”, afirmou, preferindo não aprofundar o diferendo que tem vindo a público.

Fábio Costa garantiu, ainda assim, que ao longo do mandato procurou pautar o seu trabalho por critérios de responsabilidade e pelo interesse dos munícipes. “Sempre pautei a minha actuação pelo interesse comum dos munícipes e sempre trabalhei para o bem do concelho”, assinalou, lembrando que a sua intervenção no executivo tem sido marcada pela tentativa de encontrar soluções.

“Procurei sempre arranjar soluções melhores”, acrescentou.

Apesar da reserva nas palavras, o vereador admitiu que o diálogo poderia ter sido mais presente no funcionamento do executivo. “Concordo que deveria ter existido mais diálogo”, reconheceu.

Questionado directamente sobre o ambiente actual dentro da equipa governativa municipal, Fábio Costa preferiu não entrar em pormenores, limitando-se a responder que não lhe cabia fazer essa avaliação pública: “Não lhe sei responder a essa pergunta”, referiu quando confrontado sobre o clima interno.

Não confirmou as informações que circulam nos bastidores da autarquia de que Fábio Costa já terá retirado todos os seus pertences pessoais do gabinete que ocupava no edifício municipal, um gesto que alguns interpretam como sinal de ruptura total, o mesmo sucedendo com a vice-presidente, Helena Freitas que está, para já, incontactável. 

Nos corredores da autarquia, o assunto continua a gerar especulação, num momento em que se aguarda por eventuais desenvolvimentos políticos que possam clarificar o futuro da gestão da autarquia.