PPM preocupado com aumento do preço dos combustíveis dada a guerra no Irão
O PPM, através de comunicado, mostra-se preocupado com o aumento desmesurado dos preços dos combustíveis, justificado pela guerra no Médio Oriente. Paulo Brito lembra que o país tem uma carga fiscal muito elevada sobre os combustíveis, que ronda os 56%, e considera que este valor não se justifica face aos possíveis aumentos significativos que possam surgir.
Por outro lado, o partido "lamenta a ausência de políticas concretas de controlo do mercado dos combustíveis, o que reduz a concorrência e facilita a prática de preços virtualmente superiores aos que poderiam ser estabelecidos num mercado mais competitivo", acrescentando que "esta situação coloca os contribuintes à mercê das empresas fornecedoras de combustíveis atualmente estabelecidas no nosso mercado".
É nesse sentido que o PPM Madeira exige que "o Governo nacional tome medidas o mais rapidamente possível para evitar o aumento dos custos dos combustíveis, nomeadamente através da redução da carga fiscal sobre os combustíveis e da implementação de políticas de fiscalização mais rigorosas relativamente aos preços estabelecidos pelas empresas do sector".
Além disso, o partido lança um apelo às empresas retalhistas do sector alimentar, "para que actuem com responsabilidade e não utilizem o actual contexto internacional como pretexto para aumentar injustificadamente os preços dos bens essenciais".
"Num período de instabilidade económica e de pressão sobre o custo de vida das famílias, é fundamental evitar práticas que possam conduzir a lucros excessivos à custa dos consumidores, garantindo que os preços reflictam apenas os custos reais e não aproveitamentos indevidos da conjuntura internacional", termina Paulo Brito.