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Madeira

Lar de Santa Isabel é "exemplo perfeito" da alternativa ao apoio domiciliário

Paula Margarido diz que prioridade é manter o idoso no seu domicílio, mas nem sempre é a resposta mais adequada

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Estrutura, visitada hoje pela secretária da Inclusão, acolhe 63 residentes e 9 utentes em regime de Centro de Dia

A secretária regional de Inclusão, Trabalho e Juventude, Paula Margarido, visitou esta segunda-feira, 16 de Março, o Estabelecimento Santa Isabel (ESI), acompanhado da presidente do Instituto de Segurança Social da Madeira, Nivalda Gonçalves, e do presidente da Junta de Freguesia do Monte, Agostinho Batista.

Inaugurado em 1987, o ESI integra as valências de Lar e Centro de Dia, acolhendo actualmente 63 residentes e 9 utentes em regime de Centro de Dia. Situada no Monte, Funchal, esta Estrutura Residencial para Pessoas Idosas (ERPI) acumula quase quatro décadas de serviço à população idosa da Região.

Durante a visita, Paula Margarido contactou com residentes, colaboradores e equipas técnicas, destacando “a importância do trabalho diário desenvolvido em prol do bem-estar, segurança e dignidade dos idosos da Região”.

O Lar de Santa Isabel conta com 58 colaboradores que dão vida a vários projectos, incluindo iniciativas de estimulação cognitiva, programas de fisioterapia, actividades físicas, convívios, eventos culturais e projectos de voluntariado jovem que promovem o convívio intergeracional.

A governante sublinhou que estas dinâmicas “demonstram o compromisso das equipas em assegurar não apenas cuidados essenciais, mas também momentos de socialização, afecto e participação activa na comunidade”, acrescentando que “embora a prioridade seja manter o idoso no seu domicílio, o Lar de Santa Isabel é o exemplo perfeito da alternativa que se pretende”.

Paula Margarido realçou ainda que, “quer seja pela sua capacidade de resposta, quer seja pela experiência acumulada ao longo de quase quatro décadas, esta instituição assume-se, acima de tudo, como uma verdadeira segunda família para todos os que por ali passam. Esse acolhimento só é possível graças ao capital humano dos seus colaboradores, factor determinante em qualquer Estrutura Residencial para Pessoas Idosas (ERPI)”.

Como exemplo do ambiente vivido na instituição, uma utente afirmou: “Aqui, sinto-me em casa”, palavras que, segundo Margarido, “resumem tudo o que uma ERPI deve ser: um lar, conseguido com dedicação e coração de quem cuida”.