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Desporto

Presidente do Marítimo diz que falta "muito trabalho" para alcançar subida

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O presidente do Marítimo, Carlos André Gomes, disse hoje que o líder da II Liga portuguesa de futebol tem ainda "muito trabalho" pela frente rumo à subida de divisão, pedindo que nada "seja dado por conquistado" prematuramente.

"Como tem sido o lema durante toda a época, é jogo a jogo e isto tem de ser até ao fim. Temos de ter os pés bem assentes no chão, porque os nove jogos que temos pela frente são extremamente difíceis", revelou o presidente dos 'verde-rubros'

André Gomes falava aos jornalistas à margem de um evento comemorativo da vitória no Campeonato de Portugal, prova conquistada pelos madeirenses, em 1926, numa cerimónia que decorreu no Estádio do Marítimo, no Funchal.

Líder isolado da II Liga, o emblema insular está muito perto de regressar ao primeiro escalão, três anos depois da descida, que ocorreu em 2022/23.

Ainda assim, o dirigente, de 55 anos, não dá esse objetivo por garantido, apontando energias para o próximo jogo, diante da União de Leiria, sem pensar em demasia na próxima temporada, que, a seu tempo, será preparada "de acordo com aquilo que é a grandeza" da instituição.

Carlos André Gomes mostrou-se também orgulhoso pelos recentes elogios do ex-técnico Vítor Matos, agora no Swansea, que avaliou a sua passagem pela Madeira como um passo certo na carreira, em entrevista aos meios de comunicação da formação do segundo escalão inglês.

"É alguém que passou por esta realidade, conviveu connosco e, acima de tudo, tem demonstrado ser um profissional de excelência. Portanto, essas palavras caem sempre bem", confidenciou.

O Marítimo disputa a II Liga portuguesa de futebol e, ao fim de 25 jogos, é líder isolado, com 50 pontos, mais seis do que o Académico de Viseu, segundo classificado, e mais 11 que o Torreense, terceiro e em posição de play-off.

No domingo, os maritimistas defrontam a União de Leiria, em encontro da 26.ª jornada, a partir das 14:00, no Complexo Desportivo de Alverca, casa emprestada dos leirienses, que não podem jogar no seu estádio devido aos danos provocados pela depressão Kristin.