DNOTICIAS.PT
Madeira

O projecto de expansão que previa 10 torres comerciais para o Tecnopólo

‘Canal Memória’ recua a 2002

None

A construção de uma ‘mini-cidade’ era uma possibilidade apresentada em 2002, pelo presidente do Conselho de Administração do Madeira Tecnopolo, e divulgada pelo DIÁRIO a 9 de Fevereiro. O projecto contava, entre outras evoluções, com dez torres comerciais.

No fundo, estávamos a falar de um intervenção em 46 hectares, que iria contar um Jardim de Biodiversidade, ampliação do Centro Internacional de Feiras e Congressos (CIFEC), áreas de estacionamento, edifício de restauração, área de expansão comercial em dez torres de oito pisos, sendo que uma delas se destina a um hotel, além de outra unidade hoteleira também projectada, Centro de Estudos de História do Atlântico, blocos de apartamentos, Pavilhão Multiusos, complexo de piscinas – inclui piscina olímpica – polidesportivo, campo de futebol, Park & Ride, Centro Multimeios, Auditório, Arquivo/Biblioteca da Madeira e zona de habitação a custos controlados.

Não havia, nessa época, ainda qualquer indicação sobre o valor total do projecto, mas só o núcleo empresarial deveria custar 15 milhões de contos.

Esta tratava-se de uma nova versão de um projecto que já tinha sido apresentado e que antes contava com espaço para um parque temático. Essa ideia foi abandonada, dando lugar a um local dedicado à cultura e às exposições.

A verdade é que, nessa altura, a Secretaria Regional do Equipamento Social estava já a executar a piscina olímpica, que ficaria então integrada no panorama geral. Além disso, estava a tratar das fundações para o Arquivo e Biblioteca da Madeira.

As torres comerciais seriam construídas consoantes as necessidades do mercado, sendo que seria expectável um contacto prévio para aferir que empresas estavam interessadas em adquirir espaços nas mesmas.

Havia ainda a possibilidade de se construir um teleférico, a partir da rotunda do Infante, mas era um plano ainda em fase de estudo. O Centro de Estudos de História do Atlântico deveria ser instalado numa quinta que se encontrava em frente ao Mercado da Penteada, em estado de abandono e que seria recuperada para o efeito.