Contrato para 1.ª fase da ampliação do aeroporto da Madeira assinado há 31 anos
‘Canal Memória’ ruma a 1994
A empresa Zagope assinou, há 31 anos, o contracto da empreitada para a 1.º fase de ampliação da pista do Aeroporto do Funchal. A empresa prometia recorrer ao máximo de recursos humanos que a Madeira conseguisse disponibilizar.
Luís Augusto Barros, director-geral da Zagope, admitia que seria necessário recorrer a materiais e equipamentos vindos de outros países, dada a complexidade da obra. No entanto, tratores e camiões seriam, na maioria, aqueles que existiam na Região.
Quanto ao fornecimento de cimentos, havia já indicação de que seriam iniciadas conversações para garantir que a Cimentos Madeira tinha condições para disponibilizar esse material.
A primeira fase desta empreitada estava a cargo de um consórcio liderado pela Zagope por um valor de 21 milhões de contos. A obra deveria arrancar nos primeiros meses de 1995. O primeiro passo seria a concretização de estaleiros junto da obra para albergar o material e equipamentos necessários.
Os pilares para a ampliação do aeroporto iriam assentar, na sua maioria, em meio marítimo, sendo que o consórcio já tinha estudado a solução para essa mesma questão: “a solução do consórcio para a construção dos pilares sobre o mar prevê, inicialmente, a construção de um dique de protecção e de um aterro e, só depois, a execução dos pilares através da estrutura firme”.