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Madeira

Fábrica clandestina de Bordado Madeira encerrada há 32 anos

Recorde connosco a edição de 14 de Março de 1992

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Mais de 3 mil peças falsas de Bordado Madeira foram apreendidas, em 1992, na sequência de rusgas levadas a cabo pelos Serviços de Fiscalização Económica e do Instituto do Bordado e Tapeçaria da Madeira. Nessa época, estava a ser bastante comum encontrar este tipo de material falsificado.

A fábrica em questão localizava-se numa residência no Funchal, ‘chefiada’ por uma mulher que comprava material de baixa qualidade, mandava estampar os desenhos e depois as mandava bordar. Esse material era depois vendido a vendedores ambulantes, exportando-as para o mercado continental, sem que passasse pelo controlo de qualidade do IBTAM.

Para além da falsificação do bordado e da não afixação do selo de garantia, a “fábrica” exercia comércio ilegal. Isso mesmo foi garantido ao DIÁRIO por Severiano Fernandes, que na época era presidente do IBTAM.

Na sequência deste trabalho de ‘caça’ ao produto clandestino, as autoridades detectaram também vário material em Machico, que acabou por ser apreendido, dada a parca qualidade e a imitação de um selo do IBTAM, que supostamente servia para garantir a autenticidade do produto.

26 anos de DIÁRIO na Rua Fernão de Ornelas

Completam-se hoje 26 anos desde que o DIÁRIO mudou de instalações, deixando a Rua da Alfândega e passando para a Rua Dr. Fernão de Ornelas, n.º 56, onde ainda funciona. Apesar de já ter sofrido várias obras, esta é a casa do nosso matutino desde 1998.