Os madeirenses que Trinidad e Tobago não esquece há 185 anos

09 Dez 2019 / 15:26 H.

Tem 185 anos o primeiro registo da chegada de um grupo de madeirenses à ilha de Trinidad e Tobago. Vinte e cinco homens e três mulheres, segundo informação que consta num mapa documentativo do número de pessoas que haviam emigrado, legalmente, a 12 de novembro de 1834, a bordo da ‘Galera Inglesa Stralhista’.

Diz a história que a estes juntaram-se outros dezasseis madeirenses na ‘Galera Inglesa Eweretta’. Indivíduos que foram amnistiados e soltos da cadeia do Funchal, mas sobre os quais não há dados oficiais emitidos pelo Governo Civil.

O ‘Trinidad and Tobago NEWSDAY’ publicou recentemente uma reportagem sobre os primeiros madeirenses e açorianos que chegaram àquele país em 1834. Jo-Anne Ferreira, Tracey Alonzo e Roger Camacho são três descendentes portugueses e responsáveis pela criação de uma página no Facebook onde falam sobre os contributos dos seus antepassados.

Dos que chegaram àquele país e se envolveram em várias actividades mercantis há casos de sucesso. O DN-Lisboa, de 19 de Maio de 2007, dá conta da história de Joseph Fernandes, antigo proprietário da marca Rum Fernandes, entretanto vendida à multinacional Baccardi.

Para além deste nome, à entrada de Port of Spain, a capital de Trinidad e Tobago, outros nomes lembram bem a presença portuguesa, tais como: Camacho Bros., Ferreira Optical, padarias Coelho’s...