Há 25 anos, Jardim e Mota Amaral não se entendiam sobre a revisão constitucional

16 Ago 2019 / 15:00 H.

O Verão de 1994 ficou marcado pelas posições dos vários partidos sobre a revisão constitucional. O PSD, com Cavaco Silva como líder, estava pouco receptivo a alargar os poderes das regiões autónomas e até queria retirar a regionalização do texto constitucional. Até nas regiões autónomas as posições dos dirigentes ‘laranja’ divergiam. Nos Açores, Mota Amaral era menos crítico em relação a Cavaco, contrastando com as posições duras do líder madeirense.

Jardim que continuava a manter as dúvidas sobre a continuidade à frente do PSD e do governo o que levava dirigentes, como Miguel de Sousa a defenderem que deveria continuar, mesmo que isso implicasse mais um adiamento na sucessão. Afastado do governo, dizia não temer uma “prateleira política” e que, quando fosse decidida a sucessão, aceitaria a vontade do partido.

Polémica foram, também, as afirmações do Bispo do Funchal, D. Teodoro Faria que, nas Festa do Monte, se insurgiu contra uma campanha de prevenção da SIDA que aconselhava a levar preservativos para as férias.

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