Lawrence da Arábia

11 Jul 2019 / 02:00 H.

    Li com todo o interesse o artigo de opinião de António José Gouveia no dia 5 no JN em que citando a Revista “Nature” nos alertava para os efeitos do crescimento global da população e, consequentemente, a sua urbanização, gastando milhares de milhões de toneladas de areia na produção de betão e não só. Aqui chegado, dei comigo a pensar numa solução para o problema tendo-me vindo à memória o magnifico filme Lawrence da Arábia em que no fim até tive a sensação de estar com areia nos sapatos devido às tempestades no deserto que o filme nos mostra. Porém, continuando a ler o artigo, fiquei a saber que a areia dos desertos sendo demasiadamente fina, infelizmente não serve para a construção e assim sendo, a erosão vai continuar nas margens dos rios e pontes originando desastres como aconteceu na ponte de Entre-os-Rios. E apesar de ter abandonado a ideia da areia do deserto, não desisto em dar o meu contributo para uma possível solução: que tal aproveitar certas cabeças daqueles que nos governam, legislam e controlam que mais parecem autênticos bancos daquela matéria-prima?

    Jorge Morais

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