5 Sentidos

Flores de Maio investe mais forte na 4.ª edição do Festival da Apanha da Cana

Entre 25.000 a 30.000 euros foram investidos este ano. O evento realiza-se nos dias 11 e 12 de Maio e traz Rita Guerra

Foto Filipa Bernardo/ Global Imagens
Foto Filipa Bernardo/ Global Imagens

Entre 25.000 e 30.000 euros é quanto a Associação Grupo Cultural Flores de Maio estima que custe esta quarta edição do Festival - Apanha da Cana, que se realiza nos próximos dias 11 e 12 de Maio na Praia da Alagoa, no Porto da Cruz. Comparativamente com as edições anteriores, são mais 10.000 ou 15.000 euros, nada que tenha a ver com um ano de eleições, assegura Virgílio Caldeira, presidente da direcção.

A verba vem de apoios de diversas entidades, nomeadamente de privados, mas conta igualmente com os apoios da Junta de Freguesia do Porto da Cruz, da Câmara Municipal de Machico e do Governo Regional. O responsável explica que o objectivo do reforço na presente edição é o de afirmar a freguesia, contando com a ajuda da cantora Rita Guerra para o fazer. A artista nacional está em palco no primeiro dia, às 22 horas. O programa inclui a 12.ª edição do Festival Infantil Vozes em Flor, onde estão em competição crianças das várias escolas de 1.º Ciclo do concelho de Machico, será no mesmo dia às 18 horas. Conte ainda com o grupo D´repente e com DJ Oxy a terminar. Um dos pontos altos é o percurso pela levada da Ribeira Tem-te Não Caias, onde turistas e residentes podem ver a apanha da cana e provar no local este produto. Começa logo às 10 horas no primeiro dia.

Um concurso de poncha, a actuação do grupo banda d’Além e depois de Miguel Pires com o seu espectáculo ‘We love Portugal’ são propostas para o segundo dia. Antes, logo às 12h há uma sessão de esclarecimento alusiva à produção da cana-de-açúcar e depois às 14h30 o Machetinho da Associação Grupo Cultural Flores de Maio e a Banda Municipal de Santana sobem ao palco.

Queremos promover a freguesia a vários níveis”, afirmou Virgílio Caldeira, recordando a riqueza desta terra em termos de património imobiliário, com o seu engenho, passando pela vertente artística e cultural. Virgílio caldeira recorda também que este é o local com mais produtores de cana-de-açúcar, ainda que não seja o que produz mais quantidade.