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Madeira

Há 18 anos as viagens estavam a preço de saldo

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Na edição de 15 de Julho de 2008, o DIÁRIO destacava o impacto da entrada de novas companhias aéreas de baixo custo no mercado das ligações à Madeira, num contexto de crescente concorrência que começava a reflectir-se nos preços praticados. A aposta destas transportadoras permitia aos passageiros encontrar tarifas significativamente mais baixas para viajar de e para o Funchal.

Um dos exemplos era a entrada da easyJet na rota Lisboa–Madeira. Com a abertura do sistema de reservas online para esta nova ligação, a companhia lançou uma campanha promocional que disponibilizava bilhetes desde 25,99 euros por trajecto, valor que já incluía as taxas aeroportuárias. A iniciativa foi encarada como um sinal da mudança que se começava a sentir no sector da aviação, aumentando a concorrência numa rota tradicionalmente dominada por poucas transportadoras.

Na mesma edição, o DIÁRIO noticiava ainda uma campanha da companhia francesa de baixo custo Transavia.com, que operava dois voos semanais entre o Aeroporto Charles de Gaulle, em Paris, e a Madeira. A transportadora anunciava viagens por apenas um euro, um preço meramente simbólico que, na prática, ficava bastante acima desse valor devido às taxas, sobretaxas e aos custos administrativos associados à reserva. No exemplo apresentado, o montante final a pagar pelo passageiro ascendia a 152,88 euros, evidenciando que o preço promocional correspondia apenas à tarifa base.

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