Oposição reconhece pertinência de um estatuto para estudantes insulares mas critica proposta do PSD
Os vários deputados que fizeram intervenções sobre a proposta do PSD de criação de um Estatuto do Estudante Deslocado Insular, reconheceram a necessidade de garantir igualdade aos jovens, independentemente do local onde nasceram.
O estatuto tem vários pontos que todos reconhecem ser os principais problemas dos estudantes insulares, mas vários deputados duvidam dos efeitos práticos da proposta de lei.
Manuel Gonçalves, do CH, destacou o facto de que esta proposta "não tirar nada a ninguém" e ser uma garantia de "igualdade".
Jessica Teles, do JPP, também lembrou os problemas dos estudantes deslocados, no entanto não vêm em que é que o estatuto proposto "mudará a vida dos estudantes", porque "não basta escrever estes direitos no papel".
Sancha Campanella, do PS, afirmou que um estatuto como este "tem de ser um regime jurídico robusto", o que não reconhece no diploma social-democrata.
Gonçalo Maia Camelo, da IL, também reconhece a importância de responder aos problemas dos estudantes deslocados, mas duvida da constitucionalidade da proposta social-democrata.