As principais dúvidas dos contribuintes sobre o IRS
A entrega do IRS já está a decorrer e vai prolongar-se até ao dia 30 de Junho, através do Portal das Finanças. Mas sempre que chega a esta altura, surgem as dúvidas em relação ao preenchimento das declarações. Quem o diz é a Deco Proteste, que tem vindo a desenvolver alguns mecanismos para ajudar.
De acordo com esta entidades, as principais dúvidas são “se devem ou não optar pelo IRS Automático; se é vantajoso optar pela declaração conjunta ou separada; se compensa o IRS Jovem; como declarar as mais-valias pela venda de um imóvel; e se possível corrigir erros após a entrega”.
No fundo, são situações que espelham a consciência da população e o sentimento de querer garantir que a declaração é entregue correctamente. Devido às retenções na fonte, há possibilidade de poder ter de pagar.
IRS Jovem
Segundo a Deco Proteste, o IRS Jovem “é uma das áreas que levanta mais dúvidas”. Este já pode ser incluído no IRS Automático, mas nem sempre é a melhor solução. “A adesão ao regime deve ser ponderada, tendo em conta vários fatores que são avaliados pelo irssimples.pt.”, até porque a escolha precipitada pode significar perda de benefício fiscal nos anos seguintes.
Prazos e declarações de substituição
Caso sejam detectados erros ou pontos susceptíveis de melhoria após a submissão, é possível entregar as declarações de substituição que forem necessárias, sem penalizações, desde que dentro do prazo legal. Mesmo após esse período, a correção continua a ser possível, embora possa implicar coimas. A substituição de declaração é possível mesmo quando o reembolso já foi recebido.
Simular antes de submeter é essencial
No comunicado enviado à imprensa, a Deco reforça a importância de não aceitar, automaticamente, a proposta da Autoridade Tributária e de recorrer a ferramentas como o irssimples.pt, que permitem comparar todos os cenários e identificar a opção mais vantajosa.
Como simular a entrega da sua declaração de IRS?
Ferramenta é disponibilizada pela Deco Proteste
Investimentos
Muitos contribuintes com investimentos podem estar a pagar mais imposto do que deveriam, muitas vezes por desconhecimento das regras fiscais aplicáveis a diferentes produtos financeiros.