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Madeira

Menos madeirenses consideram o seu estado de saúde "bom ou muito bom"

Menos de 12 em cada 100 indivíduos com 16 ou mais anos fizeram uma autoapreciação do seu estado de saúde como “Mau ou muito mau”

Foto Arquivo/Aspress
Foto Arquivo/Aspress

O número de madeirenses que consideram que o seu estado de saúde em 2025 estava "bom ou muito bom" diminuiu ligeiramente face a 2024, totalizando ainda assim mais de 48% dos respondentes ao Inquérito às Condições de Vida e Rendimento (ICOR). elaborado e divulgado hoje pela Direção Regional de Estatística da Madeira (DREM), enquanto menos de 12% consideram o seu estado de saúde "mau ou muito mau".

"A avaliação do estado de saúde foi feita pelos indivíduos com 16 ou mais anos, através de uma apreciação subjetiva da sua saúde em geral, considerando as componentes física, social e emocional", explica a DREM. "Recolheu-se igualmente informação sobre a existência de doenças crónicas ou problemas de saúde prolongados (isto é, que duram ou que possam vir a durar pelo menos seis meses), bem como sobre eventuais limitações na realização das atividades consideradas habituais para a generalidade das pessoas devido a problemas de saúde, mesmo que sazonais ou intermitentes".

Assim, os resultados do ICOR 2025 revelam que "48,1% dos indivíduos com 16 ou mais anos fizeram uma autoapreciação do seu estado de saúde como 'Muito bom ou bom', valor que representa uma diminuição de 1,4 pontos percentuais (p.p.) face ao ano anterior. A nível nacional, a proporção de indivíduos que consideraram o seu estado de saúde como 'Muito bom ou Bom' situou-se em 52,7%, menos 0,9 p.p. do que em 2024".

Na Região Autónoma, acrescenta, "40,1% da população com 16 ou mais anos, declarou o seu estado de saúde como sendo 'Razoável', enquanto 11,8% classificou-o como 'Mau ou Muito mau'. No conjunto do País, estas percentagens foram de 35,1% e 12,1%, respetivamente".

Já quanto à prevalência de doenças crónicas ou problemas de saúde prolongados, os resultados mostram ter aumentado para "47,5% em 2025, mais 3,2 p.p. do que no ano anterior. Este valor manteve-se acima da média nacional (44,1%), em relação à qual se registou um aumento de 1,8 p.p. face a 2024".

Por fim, quando a limitações na realização das actividades consideradas habituais para a generalidade das pessoas, devido a problemas de saúde, "foram referidas por 26,7% da população com 16 ou mais anos residente na Região, menos 2,5 p.p. do que em 2024, constituindo o valor mais baixo da série iniciada em 2018", destaca. "A nível nacional, 23,8% da população inquirida indicou a existência de limitações, correspondendo a uma redução de 2,7 p.p. face ao ano anterior", conclui.