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Madeira

Preços das casas para arrendar na Madeira subiram 0,8% em Fevereiro

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Os preços das casas para arrendar na Região Autónoma da Madeira subiram 0,8% em Fevereiro face ao mesmo mês do ano anterior. Segundo o índice de preços do idealista, arrendar casa na região tinha um custo de 15,7 euros por metro quadrado (euros/m2) no início deste ano, tendo em conta o valor mediano. Já a variação trimestral foi de 5%.

No Funchal, o preço do arrendamento manteve-se estável durante esse período, com o preço por metro quadrado a situar-se em 16,2 euros. Já nos últimos 3 meses, os preços subiram 1,2%.

A nível nacional, o preço do arrendamento da habitação desceu 1,4% nos últimos doze meses, situando-se em 16,2 euros/m2.

O preço das casas para arrendar aumentou em 9 das 15 capitais de distrito e regiões autónomas analisados. As maiores subidas anuais registaram-se em Bragança (16,9%), Coimbra (11,4%) e Leiria (10,4%). Seguem-se Viana do Castelo (9,8%), Setúbal (9,3%) e Ponta Delgada (9,2%). Também se observaram aumentos em Castelo Branco (4,1%), Faro (3,2%) e Aveiro (2,3%). Em sentido contrário, registaram-se descidas anuais no Porto (-2,5%), Braga (-1,6%), Évora (-1,2%) e Viseu (-0,8%). Já em Lisboa (-0,5%) e Funchal (0,5%), os preços mantiveram-se estáveis.

Lisboa continua a ser a cidade mais cara para arrendar casa, com um preço mediano de 21,7 euros/m2, seguida do Porto (16,8 euros/m2) e do Funchal (16,2 euros/m2). Logo depois surgem Faro (14,7 euros/m2), Setúbal (13,7 euros/m2) e Coimbra (12,8 euros/m2).

Seguem-se Évora (12,4 euros/m2), Aveiro (11,5 euros/m2) e Ponta Delgada (11 euros/m2). No segmento intermédio encontram-se Braga (10,2 euros/m2), Viana do Castelo (9,5 euros/m2) e Leiria (9,3 euros/m2). As capitais mais económicas continuam a ser Viseu (7,5 euros/m2), Castelo Branco (7,1 euros/m2) e Bragança (6,7 euros/m2).

Nos últimos 12 meses, os preços das casas para arrendar subiram em 13 dos 20 distritos e ilhas analisados, mantiveram-se estáveis em dois territórios e desceram em cinco. A maior subida anual registou-se em Bragança (31,2%), seguida de Beja (24,2%), Castelo Branco (17,3%) e Coimbra (16,9%). Registaram-se ainda aumentos na ilha de São Miguel (8,9%), Leiria (6,8%), Aveiro (6%), Portalegre (5%), Setúbal (4,6%), Braga (4,3%), Viana do Castelo (3,7%), Santarém (3,5%) e Évora (2,8%). Já na ilha da Madeira (0,1%) e em Lisboa (-0,2%), os preços mantiveram-se estáveis. Em sentido contrário, as maiores descidas anuais observaram-se na Guarda (-7%), em Vila Real (-6,4%), em Faro (-6,1%), no Porto (-2,7%) e em Viseu (-1,6%).

Lisboa lidera o ranking dos distritos e ilhas mais caros para arrendar casa, com um preço mediano de 20 euros/m2, seguida da ilha da Madeira (15,7 euros/m2) e do Porto (15 euros/m2). Logo depois surgem Faro (14,9 euros/m2) e Setúbal (14,5 euros/m2). Com valores iguais ou acima dos 10 euros/m2 encontram-se ainda Coimbra (11,9 euros/m2), Beja (11,7 euros/m2), São Miguel (11,7 euros/m2), Évora (11,5 euros/m2), Braga (10,3 euros/m2), Aveiro (10,1 euros/m2) e Leiria (10 euros/m2). No segmento intermédio surgem Viana do Castelo (9,2 euros/m2), Santarém (8,7 euros/m2) e Castelo Branco (8,3 euros/m2). Os distritos mais económicos continuam a ser Viseu (7,2 euros/m2), Bragança (7,2 euros/m2), Vila Real (7,1 euros/m2), Portalegre (7 euros/m2) e, por fim, a Guarda (6,3 euros/m2).

Nos últimos 12 meses, os preços das casas para arrendar subiram em quatro das sete regiões portuguesas analisadas, desceram em duas e mantiveram-se estáveis em uma.

As maiores subidas anuais registaram-se no Centro (8,8%), seguido da Região Autónoma dos Açores (4,6%) e do Alentejo (3,3%). A Região Autónoma da Madeira (0,8%) apresentou um aumento ligeiro. Já a Área Metropolitana de Lisboa (-0,2%) manteve-se estável. Em sentido contrário, verificaram-se descidas anuais no Algarve (-6,1%) e no Norte (-3,3%).

A Área Metropolitana de Lisboa mantém-se como a região mais cara do país para arrendar casa, com um preço mediano de 19,4 euros/m2. Seguem-se a Região Autónoma da Madeira (15,7 euros/m2) e o Algarve (14,9 euros/m2). Logo depois surgem o Norte (13,7 euros/m2) e o Alentejo (11,6 euros/m2). As regiões mais acessíveis continuam a ser a Região Autónoma dos Açores (10,7 euros/m2) e o Centro (10,1 euros/m2).

Para a realização do índice de preços imobiliários do idealista, são analisados ​​os preços de oferta (com base nos metros quadrados construídos) publicados pelos anunciantes do idealista. São eliminados da estatística anúncios atípicos e com preços fora de mercado.

Incluímos ainda a tipologia “moradias unifamiliares” e descartamos todos os anúncios que se encontram na nossa base de dados e que estão há algum tempo sem qualquer tipo de interação pelos utilizadores. O resultado final é obtido através da mediana de todos os anúncios válidos de cada mercado.