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Madeira

CDS Madeira critica rejeição de subsídio de doença a 100% para doentes oncológicos

Estrutura regional distancia-se da posição assumida pelo partido na Assembleia da República

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O CDS-PP Madeira manifestou, hoje, “profunda discordância e tristeza” pela rejeição, na Assembleia da República, da proposta que previa o pagamento a 100% do subsídio de doença para doentes oncológicos.

Num comunicado de imprensa, divulgado este domingo, os centristas consideram tratar-se de “uma decisão incompreensível do ponto de vista humano, social e político”, sublinhando que está em causa o apoio a cidadãos particularmente vulneráveis.

O partido entende que “há matérias em que a responsabilidade política não pode ser substituída por teorias financeiras, malabarismos técnicos ou justificações burocráticas”, defendendo que, nestes casos, deve prevalecer “o critério da humanidade, da empatia e da solidariedade”.

O CDS-PP Madeira afirma ainda que não se revê no sentido de voto assumido pelo CDS e pelo PSD na Assembleia da República, considerando que essa posição contraria princípios históricos e ideológicos de ambos os partidos.

O partido de Freitas do Amaral, Adelino Amaro da Costa e Lucas Pires, tal como o PSD de Francisco Sá Carneiro, não pode resignar-se ao silêncio, à ambiguidade ou à indiferença perante decisões desta natureza

Na mesma nota, a estrutura regional apela ainda para que CDS e PSD reconsiderem a decisão, de forma a permitir que os doentes oncológicos possam beneficiar do subsídio de doença a 100%.

Parlamento rejeita reforço do subsídio de doença para pessoas com cancro

O parlamento rejeitou hoje projetos de lei de partidos da oposição que pretendiam garantir o pagamento do subsídio de doença a 100% para os doentes com cancro e reforçar os seus direitos laborais.