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Madeira

Preços das casas para arrendar na Região Autónoma da Madeira subiram 0,8% em Janeiro

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Os preços das casas para arrendar na Região Autónoma da Madeira subiram 0,8% em Janeiro face ao mesmo mês do ano anterior. Segundo o índice de preços do idealista, arrendar casa na região tinha um custo de 15,8 euros por metro quadrado (euros/m2) no início deste ano, tendo em conta o valor mediano. Já a variação trimestral foi de 5,4%.

No Funchal, o preço do arrendamento desceu 1,3% durante esse período, com o preço por metro quadrado a situar-se em 16 euros. Já nos últimos 3 meses, os preços subiram 1,3%.

A nível nacional, o preço do arrendamento da habitação desceu 1,9% nos últimos doze meses, situando-se em 16,1 euros/m2. Esta descida tem-se verificado nos últimos três meses, apresentando uma variação trimestral de -5,3%.

O preço das casas para arrendar aumentou em 11 das 14 capitais de distrito e regiões autónomas analisadas. As maiores subidas anuais registaram-se em Setúbal (11,9%), Leiria (11,3%) e Viana do Castelo (11,1%). Seguem-se Faro (9,7%), Ponta Delgada (9,7%), Coimbra (9,3%), Santarém (7,1%) e Viseu (6,3%). Também se observaram aumentos em Braga (2%), Funchal (1,3%) e Aveiro (0,6%). Em sentido contrário, registaram-se descidas anuais em Castelo Branco (-2,1%) e no Porto (-6,3%). Já em Lisboa (-0,5%), os preços mantiveram-se estáveis.

Lisboa continua a ser a cidade mais cara para arrendar casa, com um preço mediano de 21,8 euros/m2, seguida do Porto (16,7 euros/m2) e do Funchal (16 euros/m2). Logo depois surgem Faro (14,8 euros/m2), Setúbal (13,9 euros/m2) e Coimbra (12,3 euros/m2).

Seguem-se Aveiro (11,4 euros/m2) e Ponta Delgada (11,1 euros/m2). No segmento intermédio encontram-se Braga (10,1 euros/m2), Viana do Castelo (9,5 euros/m2), Santarém (9,5 euros/m2) e Leiria (8,9 euros/m2). As capitais mais económicas continuam a ser Viseu (7,8 euros/m2) e Castelo Branco (6,7 euros/m2).

Nos últimos 12 meses, os preços das casas para arrendar subiram em 13 dos 20 distritos e ilhas analisados, mantiveram-se estáveis em Viana do Castelo (0,5%), Lisboa (-0,5%) e Santarém (-0,4%) e desceram em quatro territórios. A maior subida anual registou-se em Bragança (19,5%), seguida de Beja (12,6%), Coimbra (11,1%), Évora (9,5%) e da ilha de São Miguel (9,5%). Registaram-se ainda aumentos em Castelo Branco (8,9%), Viseu (6,5%), Braga (6%), Setúbal (5,5%), Aveiro (4,6%), Leiria (4,5%), Vila Real (2,5%) e na ilha da Madeira (1%).

Em sentido contrário, as maiores descidas anuais observaram-se na Guarda (-14,3%), no Porto (-4,7%), em Faro (-3,3%) e em Portalegre (-3,2%).

Lisboa lidera o ranking dos distritos e ilhas mais caras para arrendar casa, com um preço mediano de 20 euros/m2, seguida da ilha da Madeira (15,8 euros/m2) e do Porto (15 euros/m2). Logo depois surgem Faro (14,7 euros/m2) e Setúbal (14,3 euros/m2). Com valores acima dos 10 euros/m2 encontram-se ainda Évora (12 euros/m2), Coimbra (11,3 euros/m2), a ilha de São Miguel (11,3 euros/m2), Beja (10,8 euros/m2), Braga (10,3 euros/m2) e Aveiro (10,1 euros/m2). No segmento intermédio surgem Leiria (9,8 euros/m2), Viana do Castelo (9,3 euros/m2), Santarém (8,2 euros/m2), Castelo Branco (8 euros/m2) e Vila Real (8 euros/m2). Os distritos mais económicos continuam a ser Viseu (7,6 euros/m2), Bragança (6,7 euros/m2), Portalegre (6,6 euros/m2) e a Guarda (6,2 euros/m2).

Nos últimos 12 meses, os preços das casas para arrendar subiram em quatro das sete regiões portuguesas analisadas, desceram em duas e mantiveram-se estáveis na Área Metropolitana de Lisboa (-0,3%). As maiores subidas anuais registaram-se no Centro (6,4%), seguido da Região Autónoma dos Açores (3,2%) e do Alentejo (3,1%). A Região Autónoma da Madeira apresentou um aumento mais moderado (0,8%). Em sentido contrário, verificaram-se descidas anuais no Norte (-5,3%) e no Algarve (-3,3%).

A Área Metropolitana de Lisboa mantém-se como a região mais cara do país para arrendar casa, com um preço mediano de 19,4 euros/m2. Seguem-se a Região Autónoma da Madeira (15,8 euros/m2) e o Algarve (14,7 euros/m2). Logo depois surgem o Norte (13,7 euros/m2) e o Alentejo (11 euros/m2). As regiões mais acessíveis continuam a ser a Região Autónoma dos Açores (10,3 euros/m2) e o Centro (9,9 euros/m2).