Deputado do Chega acusa PSD e PS de "fazerem Portugal o bar aberto da Europa"
O deputado madeirense do Chega (CH), Francisco Gomes, emitiu uma nota de imprensa onde "acusou o PSD e o PS de terem transformado Portugal no 'bar aberto da Europa', permitindo a entrada massiva de imigrantes sem controlo, sem limite e sem respeito pela capacidade de integração do país".
O parlamentar utiliza "os mais recentes dados divulgados pela 'Pordata', que indicam que Portugal foi o Estado-membro da União Europeia onde entraram mais imigrantes entre 2012 e 2023, com uma taxa média anual de crescimento de 34,3%, muito acima da média europeia de 8,8%". Para Francisco Gomes, "estes números são a prova inequívoca de que as políticas de portas abertas levadas a cabo por PS e PSD colocaram o país numa situação de descontrolo migratório".
E acusa: "PSD e PS fizeram de Portugal o bar aberto da Europa. Tudo entra, ninguém controla, ninguém limita. Transformaram o país numa placa giratória do terceiro mundo, com a nossa cultura, a nossa identidade e a nossa segurança a ser violada por gente que só para cá viver à nossa custa."
Nesta retórica, Francisco Gomes, recorre ao ‘Pordata’ para frisar que "embora Portugal não seja o país com maior percentagem de população estrangeira residente, os dados revelam um crescimento sem paralelo na última década" e, "ao mesmo tempo, Portugal é o segundo país mais envelhecido da União Europeia e apresenta fragilidades estruturais como baixos níveis de qualificação da população ativa e diminuição do número de agregados familiares com crianças".
O eleito na Assembleia da República considera que "o aumento acelerado da imigração está a pressionar serviços públicos, habitação, escolas e sistema de saúde, enquanto o Governo de Luís Montenegro continua a ignorar os impactos sociais e económicos desta política". E conclui: "A imigração descontrolada está a mudar o país sem que os portugueses tenham sido ouvidos. Quem governa não pode brincar com a identidade nacional, nem transformar Portugal numa experiência ideológica. O CHEGA não aceitará este caminho de decadência."