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Madeira

CDS-Madeira admite recorrer a instâncias judiciais e europeias pela continuidade territorial

Estrutura regional demarca-se e repudia voto do grupo parlamentar na Assembleia da República sobre as propostas de alteração ao subsídio de mobilidade

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O CDS-Madeira admite recorrer "a todas as instâncias judiciais e europeias" para fazer cumprir o princípio da continuidade territorial, na sequência da votação às propostas de alteração ao subsídio social de mobilidade aérea, esta tarde, na Assembleia da República.

Em comunicado, a estrutura regional, liderada por José Manuel Rodrigues, deixa claro que não se revê na posição assumida pelos deputados da maioria PSD-CDS, considerando-a uma "postura centralista" e "lesiva dos direitos dos portugueses das ilhas". 

Lamentavelmente, o Governo da República continua a tratar os madeirenses e açorianos como cidadãos de segunda e não cumpre o princípio da continuidade territorial. José Manuel Rodrigues, líder do CDS-Madeira

O CDS-Madeira garante que continuará a defender que os residentes na Região paguem apenas 79 euros nas ligações aéreas ao continente e que os estudantes suportem um custo máximo de 59 euros, sem necessidade de adiantamentos ao Estado, nem sujeição a burocracias ou condicionamentos. "Os custos de insularidade que são , indiscutivelmente, custos de soberania da responsabilidade da República portuguesa", finalizou.